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sábado, 6 de janeiro de 2024

Um direito, uma palavra


    Alunos do 10ºA; Foto: Anabela Correia
                                                                                                                    Alunos do 10ºA; Foto: Anabela Correia

Na semana de 4 a 7 de dezembro, no âmbito da Cidadania e Desenvolvimento, nas aulas de Biologia e Geologia, com a professora Anabela Correia, a turma do 10ºA dinamizou uma atividade sobre os Direitos Humanos alusiva à celebração do Dia Internacional dos Direitos Humanos. Através da atividade “Um Direito, Uma Palavra”, refletiu-se sobre a importância da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela Assembleia das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948, que continha os 30 direitos que permitiram o reconhecimento da dignidade inerente a todos os seres humanos, dos seus direitos iguais e inalienáveis, da importância da liberdade, da justiça e da paz no mundo.
Como forma de sensibilizar a comunidade escolar para o respeito e a manutenção dos direitos humanos, a turma do 10ºA procedeu à criação de tiras contendo, cada uma, uma palavra que resumisse um dos direitos contidos na declaração. As mesmas foram coloridas, decoradas e coladas nos espelhos dos degraus das escadas do bloco A, onde permanecem como um símbolo e um lembrete da importância de nunca desvalorizar os direitos que consagram dignidade ao ser humano.
Ainda neste âmbito e da comemoração do Natal, a turma elaborou, na aula de Inglês, com a colaboração da professora de Inglês e diretora de turma, Filomena Rocha, uma árvore de Natal com várias palavras de sensibilização alusivas aos direitos humanos, em língua Inglesa, complementando assim a atividade “Um Direito, Uma Palavra”.
Estes trabalhos foram elaborados com o objetivo de mudar o “chip” da comunidade escolar, fazendo com que os alunos se respeitem cada vez mais.
“A escola deve ser uma casa para todos nós”.

Francisco Ferreira e Pedro Ventura, alunos do 10ºA

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Todos temos DIREITOS

Foto: Educadoras do Jardim de Infância de Serpins

Dia 20 de novembro celebra-se a Declaração Universal dos Direitos da Criança, de todas as crianças do planeta. No Jardim de Infância de Serpins, mais do que a evocação da efeméride, aproveitámos para propor às crianças uma reflexão sobre os seus Direitos, que são os mesmos que os de todas as outras crianças do país e do mundo.
Entre muitas outras coisas, as crianças falaram nos meninos e meninas, que vêm na televisão, a quem destruíram a sua casa por causa da guerra.
A CASA …, a nossa casa como um direito essencial à nossa existência, à proteção e segurança ao aconchego protetor do lar e da família, ao espaço de afetos, ao colo e ao carinho de que todas as crianças necessitam. A Casa como um espaço de liberdade, onde todas as crianças têm direito a ser felizes.
Partindo desta reflexão conjunta, em que a casa assumiu um papel central, propusemos às crianças a construção de um painel coletivo, que exprimisse o sentido das reflexões por elas produzidas. Cada criança, dos dois grupos, construiu a sua casa que juntou às dos seus amigos, formando uma comunidade onde todas as crianças se podem sentir protegidas e amadas podendo sonhar e ser felizes.

Conceição Duarte, Fernanda Gonçalves, Educadoras do Jardim de Infância de Serpins  

domingo, 26 de março de 2023

SEMANA da EMPATIA na Escola Básica Nº1 da Lousã






De 13 a 17 de fevereiro, decorreu a Semana da Empatia na Escola Básica Nº1 da Lousã, organizada pelos alunos do Clube UBUNTU.
Os alunos tiveram a ideia de pintar um mural com a T-shirt UBUNTU, rodeada pela marca das suas mãos, que representam os cinco pilares da filosofia do grupo UBUNTU: autoconhecimento, autoconfiança, resiliência, empatia e serviço.
Nas aulas de Português das quatro turmas do oitavo ano, os alunos do clube apresentaram o vídeo do conto “Escutar o Bosque” e ajudaram a turma a refletir sobre ele. Com esta história aprendemos que cada “príncipe tem de aprender a ouvir o que não se ouve, para conseguir governar o seu futuro povo”, ou seja, cada pessoa tem de aprender a ouvir as outras e a saber compreendê-las para conseguir enfrentar os seus problemas e ajudar as outras pessoas a enfrentá-los.
Nas aulas de Educação Física concretizaram a dinâmica “O Melhor de Ti” já realizada na semana UBUNTU. Os alunos distribuíram canetas coloridas, colaram nas costas dos colegas uma folha branca A4 e, de seguida, explicaram aos participantes que, durante o jogo, iriam escrever nas costas dos seus colegas características positivas, pontos fortes ou talentos que reconheçam neles. Terminado o tempo, os participantes leram a sua folha. Esta atividade faz a outra pessoa acreditar no que é e do que ela é capaz.
Partilhamos, numa exposição digital, as fotografias da nossa Semana Ubuntu. O ecrã estava junto à Biblioteca Escolar e gerou grande curiosidade de todos na nossa escola!

Ana Lopes e Nuno Buraca, 8º I

domingo, 1 de janeiro de 2023

EXPOSIÇÃO “OS DIREITOS HUMANOS”

          


No âmbito do Dia Internacional dos Direitos Humanos, as equipas do Projeto de Promoção e Educação Para a Saúde e de Estratégia de Educação para a Cidadania na Escola desafiaram todas as turmas da Educação Pré-Escolar ao Ensino Secundário do Agrupamento de Escolas da Lousã (AEL) a desenvolver a expressão criativa, através da elaboração de trabalhos, que se encontram neste momento expostos nos diversos estabelecimentos de ensino.
Recorrendo a diferentes materiais e técnicas, coube a cada uma das turmas a ilustração de um direito consagrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos, o que lhes permitiu não só dar asas à sua imaginação, como também refletir acerca dos direitos inalienáveis a cada cidadão e da necessidade de um empenho contínuo no sentido de os respeitar.
É de louvar o envolvimento dos nossos alunos, que meteram “mãos à obra”, apresentando-nos, no final, trabalhos deveras originais e inspiradores, que expressam a sua própria visão. E é, ainda, de salientar a estreita colaboração e articulação entre as duas equipas envolvidas e o apoio imprescindível dos docentes de Cidadania e Desenvolvimento, Educação Visual, Educação Especial, Diretores de Turma, Professores Titulares de Turma e Educadoras de Infância, bem como do ATL da Cáritas, entre outros, que permitiram levar a cabo esta atividade agregadora e desenvolver o pensamento crítico e os valores de cidadania, de solidariedade e de respeito pelas diferenças.
Convida-se, então, a comunidade educativa a visitar as diversas exposições que estão patentes nos diferentes estabelecimentos de ensino do AEL. Esperamos que as apreciem tanto como nós!



Anabela Correia e Anabela Marques

sábado, 10 de dezembro de 2022

Inclusão de pessoas com doenças/síndromes no mercado de trabalho

Hoje em dia as pessoas com deficiências/síndromes não têm igualdade quando se trata de ter uma oportunidade na cadeia de emprego.
Na minha opinião, as limitações dessas pessoas até podem dificultar as tarefas que tenham de realizar, mas as mesmas podem ser minimizadas, se forem feitas algumas mudanças nos locais de trabalho.
Um exemplo disso é criar rampas de acesso e alargar portas para pessoas paraplégicas, que é exatamente o que Alexandre Carvalho, entre outras informações, apresenta: “Dentre os maiores obstáculos que os deficientes enfrentam, estão o preconceito por parte dos colegas de trabalho, a necessária adaptação de ambientes de trabalho, como rampas e alargamento de portas, e a dificuldade de comunicação com pessoas cegas e surdas.”
A inclusão não se resume a uma simples contratação. Requer, sobretudo, preparação da própria organização para que sejam alcançados resultados de sucesso, ou seja, deve ser feita uma seleção específica para uma pessoa específica, no caso com uma deficiência específica.
Alguns exemplos dessa adequação podem começar na entrevista, fazendo-se uma avaliação das competências para a função, da capacidade da pessoa para o exercício da atividade, mas tendo muito cuidado e sensibilidade ao exigir experiência anterior.
Em suma, é importante serem feitas as alterações necessárias para avaliar o currículo e desempenho da pessoa com deficiência/síndrome posta em causa.
Estará a nossa sociedade preparada para acrescentar bom senso e sensibilidade às escolhas que tem de fazer no momento de contratação?

João Santos, aluno do 8ºD

Na atualidade, é possível observar que ainda não existe uma grande integração de pessoas com doenças, síndromes ou deficiências. Cada vez mais, o mercado de trabalho tem vindo a tornar-se mais tolerante às diferenças, mas será que esta aceitação se aplica a todos?
Pessoalmente, achamos que as entidades empregadoras podem e devem procurar integrar pessoas com os problemas acima referidos nas suas empresas.
Pensamos que seria positivo integrá-las no mercado de trabalho, porque, desse modo, estas, que possivelmente se sentem muitas vezes insuficientes ou incapazes, sentir-se-iam mais valorizadas a nível profissional e pessoal.
Por outro lado, seria prático, pois passaria a existir um maior número de trabalhadores disponíveis. Claro que é importante referir que, ao aceitá-las, teria de haver mais controlo e supervisão sobre elas e também uma seleção bem pensada das tarefas que executariam, dependendo das suas dificuldades.
Podemos concluir que é necessário e vantajoso tomar atitudes para que haja uma maior integração de pessoas com doenças, síndromes ou deficiências no mercado de trabalho. E tu, o que pensas sobre esta integração? Achas que será benéfica? O que farias para integrar estas pessoas?

Rita Mendes e João Melo, alunos do 8ºD

Hoje em dia, há falta de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Na nossa opinião, deve haver mais oportunidades e igualdades para com aqueles que padecem de algum tipo de doenças/síndromes. Para isso, a entidade empregadora deve ter sensibilidade e tomar todas as precauções necessárias, sabendo qual o nível de deficiência para adequar as tarefas de cada trabalho.
Em primeiro lugar, achamos que deve haver maior inclusão no mundo do trabalho de pessoas com deficiência, pois essa atitude vai motivar cada vez mais empresas a contratar mais funcionários com dificuldades, aumentando a inclusão, como tão bem é mostrado no vídeo da Campanha da Coordown.
Porém, ainda há empregadores que se sentem receosos e inseguros perante esta questão, no que toca, por exemplo, a trabalhos delicados como cozinhar ou cortar cabelo.
Em suma, pensamos que deve haver mais adesão de empregadores à inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Só assim, teremos uma sociedade mais justa na qual todos têm o seu lugar por serem vistos com os mesmos olhos que respeitam as diferenças. A nosso ver, com boa vontade, as empresas terão a capacidade de ter o cuidado com o tipo de doença/síndromes apresentados para adequar o trabalho.

Gabriela Agostinho e Flávio Henrique, alunos do 8ºD

segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Comemoração do Dia Internacional para a eliminação da violência contra as mulheres


Na passada sexta-feira, dia 25 de novembro, pelas 10h20, decorreu uma pequena representação no átrio do bloco A da Escola Secundária, com o objetivo de comemorar o Dia internacional para a eliminação da violência contra as mulheres. Foi dinamizada pelos alunos do Clube Ubuntu com o apoio de professores da equipa Ubuntu.
Num cenário com uma manta preta, no centro da qual estava uma rapariga maquilhada de modo a parecer agredida, os elementos do clube, que estavam à volta, foram-se aproximando, enquanto rasgaram imagens de mulheres vítimas de violência. Este percurso terminou num abraço coletivo à volta da vítima. Uma música de fundo acompanhou o momento. Tratou-se de "Stand up", da banda sonora do filme Harriet, de 2019. Para quem quiser ficar a conhecer ou tornar a ouvir, aqui fica o link https://www.youtube.com/watch?v=sn19xvfoXvk .
Esta atividade contou com a colaboração do CATL – Centro de Atividades de Tempos Livres – da Escola Secundária que elaborou uma faixa que foi colocada no bloco A.

Teresa Fazendeiro, coordenadora da Equipa Ubuntu

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Sessão da GNR/Escola Segura no Jardim de Infância do Freixo



No dia 31 de outubro, as crianças do Jardim de Infância do Freixo assistiram a uma sessão sobre bullying/violência na escola, realizada pela Escola Segura.
Para melhor se perceber esta temática, teatralizou-se uma agressão verbal e física entre crianças, possível de ocorrer em situações escolares. Enfatizaram-se as atitudes corretas para intervir, de forma a cessar a situação de bulliyng, assim como as atitudes de prevenção que evitem esses comportamentos de risco.

Helena Lopes e Regina Maia, educadoras do Jardim de Infância do Freixo

quarta-feira, 26 de outubro de 2022

ACADEMIA UBUNTU - FORMAÇÃO DE PROFESSORES


O Agrupamento de Escolas da Lousã deu continuidade, no ano escolar de 2022/2023, à Academia de Líderes Ubuntu, um programa de educação não formal marcado por uma dimensão experiencial e relacional “Eu sou porque tu és; Eu só posso ser pessoa através das outras pessoas“ (conceito Ubuntu), cujos referenciais se enquadram no Projeto Educativo do Agrupamento, já iniciado no ano letivo transato.
O método Ubuntu assenta no desenvolvimento de 5 competências-chave centrais do desenvolvimento humano: Autoconhecimento, Autoconfiança, Resiliência (competências pessoais), Empatia e Serviço (competências sociais e relacionais).
Este ano, mais cinco docentes e uma psicóloga participaram em 4 sessões de formação: duas teórico-conceptuais online e duas presenciais na Escola Secundária D. Dinis, em Coimbra. Realizar-se-á uma semana Ubuntu para alunos do 3º ciclo e do ensino secundário, de 12 a 16 de dezembro.
Com o Clube Ubuntu já a funcionar na Escola Secundária, pretende-se alargar esta experiência às restantes escolas do Agrupamento.


Equipa UBUNTU

quinta-feira, 17 de março de 2022

A liberdade interessa! Os Direitos Humanos interessam!


Maria João Garcia*

A propósito do Dia Internacional dos Direitos Humanos (10 de dezembro), e do Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), fui com os meus alunos à biblioteca ver/ rever livros e autores que já foram proibidos em períodos muito tristes da História. Alguns desses livros / autores já tinham sido lidos ou estudados por eles, e apercebem-se do seu valor. Ou não. É que só damos valor ao que perdemos! Que mau exemplo nos dá o corvo Vicente ao lutar pela sua liberdade! Que perigosas as histórias de Jorge Amado sobre meninos excluídos e pobres que vivem na praia, sobre um amor entre um gato e uma andorinha! Que vida levou Anne Frank naquele anexo! E Ilse Losa, refugiada em Portugal, recorda o mundo em que viveu.
Escolhemos imagens, fizemos a legenda e ei-la: a exposição! Umas das imagens eram sobre refugiados: os de ontem (da Segunda Guerra Mundial) e os de hoje (os que chegam de barco, que atravessam oceanos de incerteza, de pavor…e morrem nessa água que, no caminho para a liberdade e para a esperança, se transforma em cemitério).
E, a partir de 24 de fevereiro, estupefactos, podemos escolher mais imagens sobre refugiados! Que triste! Assistimos, na nossa comodidade, a migrações aflitivas, ao atropelo dos Direitos Humanos, ao querer calar a liberdade de expressão, de manifestação!
Em janeiro de 2015, dissemos: «Je suis Charlie!»
Hoje, pelo mundo todo, dizemos: «Eu sou ucraniano!»
Como alguém dizia, tenho de lutar quando perseguem os outros. Se não o fizer, quando chegar a minha vez, não haverá ninguém. Quando se trata de denunciar injustiças, lembremo-nos do poema « Porque » de Sophia, do verso « Porque os outros se calam mas tu não». Se nos calarmos, não fazemos a diferença!
E ainda a propósito de exposições, para o Dia da Europa (9 de maio) tenho, tinha, algo planeado. Que Europa? Que material teremos para expor?

*Docente de Português


terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Alunos da ESL homenageiam vítimas do Holocausto


Plateia do filme "Noite e Nevoeiro", na ESL
Inês Ribeiro*

No dia 28 de janeiro realizou-se, na Escola Secundária, uma sessão para assinalar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, organizada pelos professores de História, para os alunos do Curso Científico-Humanístico de Línguas e Humanidades, do Ensino Secundário.
Os alunos tiveram oportunidade de visionar o filme Noite e Nevoeiro de Alain Resnais, realizado 10 anos após a libertação dos campos de concentração nazis. O filme aborda uma das páginas mais negras da História da Humanidade, expondo imagens chocantes sobre as barbaridades perpetradas em Auschwitz.
Antes da projeção, o docente de Filosofia, Vítor Simão, fez uma breve apresentação e enquadramento da película, que, no final, dinamizou um debate com os alunos.
Paralelamente, a Biblioteca da Escola, em conjunto com os professores de História, organizou uma exposição de fotografias sobre o Holocausto.
Nunca é demais relembrar este período para salientar a importância da fraternidade e do respeito pelos Direitos Humanos, no presente e no futuro.

*Docente de História

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Direitos Humanos - Árvores de Natal

No âmbito do Projeto de Educação para a Saúde (PES), da Educação para a Cidadania e do Programa Eco Escolas, tendo por objetivo assinalar o “Dia Internacional dos Direitos Humanos”, que se comemora a 10 de dezembro, e dada a proximidade da época natalícia, foi proposto que, em cada estabelecimento de ensino do Agrupamento de Escolas da Lousã, fosse construída uma Árvore de Natal, de grande formato, com materiais recicláveis/reutilizáveis, cuja decoração foi elaborada com materiais recicláveis e/ou reutilizáveis (estrelas, bolas, fitas, sinos, …) na qual foram inscritas palavras relacionadas com os Direitos Humanos.

JI Santa Rita

JI Lousã

EB1 da Lousã

EB2 Lousã

ES Lousã

EB1 Lousã

JI Freixo e Fontainhas

JI Serpins

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