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sexta-feira, 15 de março de 2024

Dieta Mediterrânica

Enquadrado nos projetos de AFC das quatro turmas de nono ano da EB1 “Desejar um futuro melhor”, projeto de Promoção e Educação para a Saúde (PES) “Educação Alimentar”, e no âmbito da comemoração do Dia Europeu da Alimentação e da Cozinha Saudáveis, desenvolveu-se o DAC “Dieta mediterrânica”, com envolvimento das disciplinas de Português e Ciências Naturais, em que os alunos, organizados em grupos, foram desafiados a escreverem um texto expositivo sobre a dieta mediterrânica e a sua importância na prevenção de doenças. O Dia Europeu da Alimentação e da Cozinha Saudáveis, lançada pela Comissão Europeia, pretende incentivar uma alimentação saudável e promover a prática de exercício físico, a fim de travar o atual crescimento da obesidade na Europa.
As professoras envolvidas, Cidália Silva e Paula Barata, procederam à seleção do melhor texto por turma.

Paula Barata, Representante do GAD  das Ciências Naturais, Biologia e Geologia


Texto 1
A dieta mediterrânica não é só um padrão alimentar, mas um modelo de vida saudável, que constitui um passo importante na promoção da saúde e do bom funcionamento do organismo. Um dos objetivos da dieta mediterrânica é ingerir alimentos frescos e pouco processados de forma equilibrada.
A pirâmide da dieta mediterrânica é um guia alimentar que indica uma frequência de ingestão de alimentos que garantam uma dieta semanal equilibrada, considerando as necessidades nutritivas do corpo. Na sua base, é composta por frutas, vegetais, cereais integrais, legumes, nozes e sementes, oferecendo ao corpo uma enorme quantidade de nutrientes essenciais, podendo diminuir os problemas cardiovasculares. A inclusão moderada de proteínas é outra base sendo composta por peixes, aves, laticínios, ovos e leguminosas, essenciais para a reparação ou a construção de tecidos. Além disso, a dieta mediterrânica valoriza a diversidade de alimentos, induzindo a boa alimentação.
A socialização em torno da mesa também é uma parte crucial deste estilo de vida, pois as refeições são ocasiões para se conectar com familiares ou amigos, criando, assim, uma abordagem que pode contribuir para a redução do stresse, que pode prejudicar a saúde mental.
A dieta mediterrânica está associada a uma série de benefícios para a saúde, como a redução de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e alguns tipos de cancro.
Concluindo, a dieta mediterrânica vai além de indicar uma boa alimentação, mas, sim, um modo de vida saudável que promove a saúde física, mental e social. Ao adotar este estilo de alimentação, as pessoas podem desfrutar de boas refeições com uma enorme variedade de alimentos e benefícios para o seu corpo.

Ana Lopes, Beatriz Granja, Beatriz Ferreira, Diogo Nunes e Luís Carvalho, alunos do 9ºI


Texto 2
A dieta mediterrânica não é apenas uma dieta comum, mas, sim, um estilo de vida que promove a qualidade de vida, uma maior longevidade e eleva a prevenção de doenças como a obesidade e a hipertensão.
A dieta mediterrânica tem dez princípios: a frugalidade e cozinha simples (cozinha baseada em sopas, cozidos e ensopados) para preservar alguns nutrientes; o elevado consumo de vegetais produzidos localmente, frescos e da época em detrimento do consumo de alimentos de origem animal; o consumo moderado de laticínios; a utilização de ervas aromáticas para temperar e substituir o sal; o consumo frequente de pescado e baixo consumo de carnes vermelhas; o consumo moderado de vinho ( e apenas em refeições principais); beber água como bebida principal e a convivialidade à volta da mesa, além disso, esta dieta também promove o exercício físico.
Existe ainda uma versão vegetariana que tem os mesmos princípios, mas que usufrui de grupos diferentes: a fruta; as hortícolas e os cogumelos; as leguminosas, o seitan e os ovos; os cereais, derivados e tubérculos, os laticínios e/ou alternativas vegetais; oleaginosas, sementes e o amendoim; azeite e óleos.
Em síntese, a dieta mediterrânica é demasiado importante e deve ser adotado este estilo de vida para melhorar a saúde.

Beatriz Brás, Diogo Caldeira, Lara Carvalho e Gil Antunes, alunos do 9ºH


Texto 3
A Dieta Mediterrânica teve origem nos países banhados pelo Mar Mediterrâneo e está associada a uma melhor qualidade de vida, a uma maior longevidade e à prevenção de doenças.
A Dieta Mediterrânica ajuda a ter uma melhor qualidade de vida, porque é baseada em alimentação saudável, em atividade física regular, descanso adequado e convivência. Também ajuda a ter uma maior longevidade, que significa adquirir uma vida mais longa do que a que se espera ter com bons hábitos regulares. Por fim, a Dieta Mediterrânica auxilia na prevenção de doenças, como por exemplo:
- Doenças Cardiovasculares, que podem ser ultrapassadas com uma alimentação diversificada, ingerindo laticínios magros, menor frequência e quantidade de carnes vermelhas, um maior consumo de peixe e carnes brancas. Também é fundamental aumentar o consumo de hortícolas, além de frutas. Contudo, deve fazer-se uma ingestão de cereais e leguminosas, privilegiando o consumo de cereais integrais.
- Cancro, que também pode ser prevenido com o consumo de frutas e vegetais, sendo obrigatória a sua inclusão na alimentação diária.
- Obesidade, que necessita do controle do corpo que é um dos fatores que mais influencia na saúde. Algumas doenças como diabetes, colesterol elevado, hipertensão arterial, artrite, infertilidade, etc., são situações associadas ao excesso de peso, devido ao excesso de calorias ingeridas.
Em síntese, a Dieta Mediterrânica é um guia alimentar que indica a frequência de ingestão dos alimentos, é, também, uma Dieta Semanal equilibrada, considerando as necessidades nutritivas do corpo humano e a promoção de uma alimentação saudável!

André Fernandes, Beatriz Carvalho, Leandro Lopes e Rodrigo Carvalho, alunos do 9ºF


Texto 4
A dieta mediterrânica é um padrão alimentar de referência para a alimentação saudável e a prevenção de doenças características das sociedades modernas.
Esta dieta tem vários princípios, como, por exemplo, a frugalidade e a cozinha simples, o consumo de produtos vegetais, locais e frescos, o consumo de azeite como principal fonte de gordura, o consumo frequente de pescado, entre outros.
Ao adotar-se esta dieta previnem-se as doenças das sociedades modernas como as doenças cardiovasculares, obesidade e cancro.
A pirâmide da dieta mediterrânica é um guia alimentar complementar da roda dos alimentos que indica com que frequência devemos ingerir certos alimentos.
Segundo a dieta mediterrânica devem-se comer frutos frescos, hortícolas, leguminosas, frutos secos, água, ervas aromáticas e especiarias em substituição do sal, com muita frequência ou em todas as refeições, no entanto, deve-se comer doces, carne vermelha, charcutaria, enchidos e batatas com pouca frequência.
A dieta mediterrânica incentiva a fazer atividade física regular, o descanso adequado e a convivência.
Em conclusão, ao adotar uma dieta como esta está a melhorar a sua saúde física, mental e social.

Geremy Pereira, Joana Correia, Maria Venceslau e Núria Gonçalves, alunos do 9ºG

segunda-feira, 27 de novembro de 2023

Alimentação Saudável

No âmbito da comemoração do Dia Mundial da Alimentação, no passado dia 16 do mês de outubro, o Eco Escolas, em parceria com o PPES e as docentes de Ciências Naturais e Educação Visual (em DAC), Ana Paula Pereira dos Reis e Anabela Pires, organizaram as seguintes atividades:
1 – Elaboração, pela turma B do 9º ano, de Cartazes alusivos ao lema da FAO (Food and Agriculture Organization), a saber: “Água é Vida, Água é Alimento; Não deixe Ninguém para Trás”, organização que sugeriu para este ano o referido concurso.
2 – Os alunos da turma A do 9º ano, por sua vez, neste contexto e a propósito do conteúdo a ser lecionado, “alimentação saudável”, a pedido da docente da disciplina, elaboraram textos sobre alimentação mediterrânica, com o objetivo de serem selecionados os mais criativos e originais, em prosa ou em verso. Pela sua originalidade e criatividade, foi selecionado o poema da aluna Maria João Correia que se encontra de seguida.
A exposição dos trabalhos do 9º B encontra-se no átrio do Bloco A.

Ana Paula Pereira dos Reis, docente do Grupo 520 – Biologia e Geologia


Alimentação Saudável
Pensar em alimentação
É algo que nos dá felicidade.
Comer um doce, beber um sumo,
uma grande variedade!
Mas não pode ser assim todos os dias.
Comer verduras, frutas e pão: faz bem a todos,
principalmente ao coração!
Ser saudável e exercitar algo que às vezes pode custar! Levantar do sofá não conta,
muito menos para se voltar a sentar.
Tentar sair de casa é difícil, eu sei mas ir até à nossa bela serra nunca fez mal a ninguém!
Para nas escolhas te ajudar
a Dieta Mediterrânica deves estudar azeite, fruta e vegetais não podem faltar!
A sopa é fundamental para uma boa refeição! É o elemento principal
E a base da nossa alimentação.
Com a Pirâmide Alimentar podes contar: na base pão, massa e batatas,
no topo tudo o que deves evitar.
No final, não te podes esquecer que a água é essencial e em todas as refeições deve aparecer.

Maria João Correia, aluna do 9ºA

quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Um Dia Diferente!

     3.º F assinala o dia mundial da alimentação Foto: Rijo Madeira 
Canção sobre o Dia Mundial da Alimentação Foto: Rijo Madeira   
Os alunos, as professoras e as assistentes operacionais da Escola Básica de Casal de Santo António assinalaram o Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro), com um conjunto de atividades nas diferentes salas.
Foram criados quatro grupos com alunos das várias turmas, que foram convidados a rodar, de sala em sala, para participarem nas seguintes atividades:

. construção de uma roda dos alimentos;
. interpretação de canções e danças;
. produção de móbiles com materiais coloridos;
. visionamento de filmes sobre alimentação saudável.

Este dia foi muito importante para alertar as crianças para terem uma alimentação saudável.

 3.º F assinala o dia mundial da alimentação Foto: Rijo Madeira


Ana Morais, professora do 3º F, EB1 de Casal de Santo António

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Comemoração do Dia Mundial da Alimentação

Sendo projeto das Equipas de Trabalho Eco-Escolas e PPES (Projeto de Promoção e Educação para a Saúde) a comemoração do Dia Mundial da Alimentação, a saber, 16 de outubro, foram desenvolvidas as seguintes iniciativas/atividades:
1- as docentes de Ciências Naturais e Educação Visual da turma B do 9º ano, respetivamente, Ana Paula Pereira dos Reis e Anabela Pires, baseando-se no lema da FAO para este dia 16 de outubro de 2023, “Água é Vida, Água é Alimento; Não deixe Ninguém para Trás”, bem como na sugestão da referida Organização da participação em concurso de cartazes alusivos ao referido lema, constituíram um DAC (Domínio de Articulação Curricular) e participaram nesta iniciativa. As fotos dos cartazes foram anexadas na plataforma da página da FAO e enviadas para concurso, aguardando-se a publicação dos resultados.
2- Os alunos da turma A do 9º ano, por sua vez, neste contexto e a propósito do conteúdo a ser lecionado, “alimentação saudável”, a pedido da docente da disciplina, Ana Paula Pereira dos Reis, elaboraram textos sobre alimentação mediterrânica, com o objetivo de serem selecionados os mais criativos e originais, em prosa ou em verso. Pela sua originalidade e criatividade, foi selecionado o poema da aluna Maria João Correia que a seguir se anexa.

Ana Paula Reis, professora de Ciências Naturais

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Comemoração do dia Mundial da Alimentação

 

No passado dia 16 de outubro, a turma do 2ºF da Escola Básica de Santa Rita celebrou de forma bastante especial o Dia Mundial da Alimentação. Com o intuito de promover hábitos saudáveis e consciencializar os alunos sobre a importância de uma dieta equilibrada, as crianças e a sua professora uniram-se numa atividade que não apenas educou, mas também nutriu corações e mentes. Na sala de aula, os alunos, a professora e uma auxiliar iniciaram as preparações para a comemoração, com uma variedade de frutas frescas que estavam prontas para ser transformadas numa deliciosa e colorida salada. Enquanto os adultos habilmente descascavam e cortavam as frutas, as crianças, em pares rotativos, assumiam a tarefa de fatiar cuidadosamente os ingredientes que seriam incorporados à salada.
Quando a salada de frutas ficou pronta, foi um momento de celebração. Todos se reuniram, partilhando sorrisos e uma deliciosa salada de frutas frescas. Foi uma maneira divertida e saborosa de comemorar o Dia Mundial da Alimentação e lembrar a todos da importância de fazer escolhas saudáveis nas suas refeições diárias.
A atividade na EB Nº1 de Santa Rita foi muito mais do que a preparação de uma simples salada de frutas; foi uma lição de cooperação, criatividade e consciencialização sobre a importância de uma alimentação saudável. Os alunos saíram da sala de aula naquele dia não apenas com estômagos satisfeitos, mas também com corações e mentes nutridos com conhecimento e valorização da boa alimentação.

Sara Marques, grupo 110

O Dia Mundial da Alimentação

 

Dia da alimentação             Foto: Ana Filipa Correia

O Dia Mundial da Alimentação celebra-se todos os anos, a 16 de outubro. Os alunos do 1ºA e 1ºB, da EB Nº2, realizaram, em articulação, uma atividade comemorativa de sensibilização para a importância de uma boa alimentação, que está na base da nossa saúde física e mental. Ensinar e envolver os alunos na base de uma boa alimentação foi o objetivo da atividade que nos propusemos realizar. Foram distribuídos, pelos alunos, vários desenhos alusivos a alimentos saudáveis e não saudáveis, divertiram-se a pintar e recortaram, aprendendo em simultâneo ao som de músicas alusivas ao tema. Posteriormente, cada aluno colocou os seus alimentos em duas figuras representativas do corpo humano, uma a vermelho e outra a verde simbolizando um corpo saudável e o outro não saudável, percebendo quais os alimentos que devem comer em maior ou menor quantidade, como as imagens demonstram.

Professoras: Ana Filipa Correia 1ºB, Gisela Tavares 1ºA _ EB Nº2

A roda dos alimentos


Os alunos (2ºF de Sta. Rita) puderam usar a criatividade e as suas habilidades artísticas, num ambiente repleto de cores e imaginação. A turma organizou uma roda dos alimentos, uma atividade educativa que permitiu aos alunos aprender sobre os diferentes grupos alimentares e como eles contribuem para a saúde. Durante a roda dos alimentos, as crianças puderam compartilhar os seus conhecimentos e discutir a importância de cada grupo na manutenção de uma dieta equilibrada.

Sara Marques, Grupo 110

Entrevista a Madalena Duarte, chefe de cozinha da Escola Básica Nº1 da Lousã

Madalena Duarte, chefe de cozinha; Foto: Rafael e Santiago do 8ºG

Madalena Duarte é chefe de cozinha, na Escola Básica Nº1 da Lousã. Tem 54 anos e nasceu no Vidual de Cima.

- Começamos por perguntar como se chama.
- O meu nome é Madalena.
- E de onde é natural?
- Nasci no Vidual de Cima.
- Há quantos anos trabalha no Agrupamento de Escolas da Lousã?
-Trabalho há 22 anos.
- Quem é que decide a ementa escolar?
- Fazem-nos chegar a ementa por um nutricionista; é aprovada pela Câmara Municipal e, depois, nós confecionamos aqui, na cozinha.
- Têm de seguir regras?
- Sim, rigorosamente.
- É muito difícil trabalhar para tanta gente?
- Não. Nós temos uma equipa muito boa, muito organizada, e fazemos com muito gosto e sem problema nenhum.

Rafael e Santiago, alunos do 8ºG

O Dia Mundial da Alimentação

 Foto: Ana Correia

No passado dia dezasseis de outubro, comemorou-se o “Dia Mundial da Alimentação”. Os alunos das turmas do 1ºB, da EB Nº2 realizaram várias atividades durante o dia em sala de aula: exploraram a roda dos alimentos, fizeram jogos online, falaram sobre as frutas da época, ouviram músicas alusivas ao tema, pintaram e recortaram imagens alusivas aos alimentos saudáveis e não saudáveis, para posteriormente realizarem um trabalho colaborativo com a turma do 1ºA. Os alunos recordam com mais satisfação a preparação e confeção de espetadas de fruta. Cada criança trouxe uma ou duas peças de fruta e conseguimos criar espetadas coloridas e saborosas. A preparação das espetadas foi realizada, com os devidos cuidados de higienização, por parte dos alunos e professoras.
Um dia diferente, para que todos valorizem a importância de uma alimentação equilibrada, variada e saudável!
A turma do 1ºB agradece a colaboração das docentes Eunice Lopes e Paula Simões, que colaboraram na confeção do nosso pequeno banquete de espetadas de fruta.

Ana Filipa Correia, professora do 1ºB, da Escola Nº2 da Lousã

sábado, 21 de outubro de 2023

Dia Mundial da Alimentação

7.ºA recolha de alimentos    Foto: Jorge Rocha
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro) e do dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro), a turma A do 7ºano, juntou alimentos doados pelas suas famílias e entregou-os no Centro Jovem (CATL), a funcionar na Escola Secundária.
A ação é resultado de um enorme sentido de solidariedade demonstrado pelos alunos, que prontamente se organizaram, após o desafio lançado pelo Centro Jovem e que lhes foi transmitido pela Diretora de Turma. Posteriormente, os alimentos recolhidos serão entregues à Cáritas de Coimbra.

Alunos do 7.ºA

    7.ºA doa alimentos ao CATL Foto: Jorge Rocha
7.ºA doa alimentos ao CATL   Foto: Jorge Rocha    

Celebração do Dia Mundial da Alimentação pelo 2ºA, B e C da EB N.º2

Os alunos do 2º A, B e C da Escola Básica n.º 2 celebraram o Dia Mundial da Alimentação a descobrir a solução de várias adivinhas sobre alimentos. Algumas adivinhas eram fáceis, outras eram mais difíceis. Algumas eram mais difíceis, porque tinham a ver com o passado ou com experiências que nós ainda não tivemos (no campo).
Nós aprendemos muito sobre a alimentação e gostámos muito desta atividade.

Algumas adivinhas de que mais gostámos.

Uma caixa redondinha
Mas que pode rebolar
Todos a sabem abrir
Mas ninguém a sabe fechar.

Tem coroa e não é rei
Tem escamas e não é peixe.

Tenho camisa e casaco
Sem remendo nem buraco
Quando no lume me metem
Estoiro como um foguete.

Redondo, redondinho
Como a pedra de um moinho.

Verde foi meu nascimento
Mas de luto me vesti
Para dar luz ao mundo
Mil tormentos padeci.

Soluções: Ovo, ananás ou abacaxi, castanha, queijo, azeitona

Alunos do 2º B, Escola Básica n.º 2

sexta-feira, 16 de junho de 2023

Os Moleirinhos

 

No âmbito do projeto “Imagine. Create. Succeed – O Futuro é Teu!” e do tema para o 2º Ciclo “Artes e ofícios”, os alunos da turma B, do 6º ano, criaram uma receita de pão de castanha a que deram o nome de moleirinhos.
No dia 26 de maio, participaram na Expo Intermunicipal | Artes e Ofícios, Missão CIM RC, que decorreu na Figueira da Foz em representação do Agrupamento de Escolas da Lousã. Apresentaram os seus moleirinhos, associados à degustação com os produtos da nossa serra, nomeadamente, mel e azeite. Esta actividade só foi possível com o apoio da Lousãmel e da Cidacel.
Este projeto agregou o contributo das várias disciplinas, proporcionando aos alunos uma experiência muito enriquecedora e marcante.

Maria Otília Fernandes, docente de Educação Musical e turma 6ºB

sexta-feira, 9 de junho de 2023

Projeto Intercultural



No dia 31 de maio, a Associação de Estudantes em conjunto com a Associação de Pais e Encarregados de Educação organizaram a Festa de Final de Ano 2022/23, que teve a colaboração do Agrupamento de Escolas da Lousã e a participação especial da turma do 9º A. A participação dos alunos da turma inseriu-se no âmbito do projeto "Sunset Intercultural". Durante a festa promoveram a experimentação e degustação de comidas de diferentes países: Reino Unido, Portugal, França, Brasil e Ucrânia. O objetivo do projeto visou promover a interculturalidade dentro da comunidade escolar e foi desenvolvido no presente ano letivo com o apoio das disciplinas de Cidadania e Complemento de Educação Artística. O montante angariado foi de 166 euros, o qual foi entregue à Pedrinhas, Cooperativa de Solidariedade Social e Cultural - Pedro Brazião Rodrigues, crl, no passado dia 1 de junho pelos alunos do 9º A, a Diretora de Turma, a professora de Complemento de Educação Artística e a Representante dos Encarregados de Educação

Sara Marçal, 9ºA

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Projeto Eco-Escolas "Receitas sustentáveis têm tradição" - Migas de feijão-frade


INGREDIENTES

400 g de feijão-frade (cozido e escorrido)
200 g de couve-galega
200 g de broa de milho
5 colheres de sopa de azeite
4 dentes de alho
Sumo de ½ limão
½ colher de chá de sal
¼ colher de chá de pimenta preta

PREPARAÇÃO

Numa frigideira grande ou wook, em lume médio-forte, coloque 1 colher de sopa de azeite e os dentes de alho picados. Pouco depois, para o alho não queimar, adicione a couve cortada muito finamente (ou, em alternativa, pode comprar a couve para caldo-verde, já cortada). Deixe a couve saltear 2-3 minutos.
Entretanto, coloque a broa em pedaços num processador de alimentos ou picadora e triture até ficar em pedaços pequenos, ou em alternativa, desfaça a broa com as mãos. Adicione à couve o feijão já cozido e escorrido, assim como a broa. Junte ainda o restante azeite, sumo de limão, sal e pimenta preta. Mexa todos os ingredientes e deixe cozinhar por cerca de 5 minutos.

Sugestão: Sirva com brócolos assados no forno e batata a murro, peixe frito, carne grelhada ou cozida.


O que aprendi…

Após a recolha de informações com a minha avó materna, percebi que as migas que muitas vezes como em casa dela já acompanham a minha família ao longo dos anos e que é uma receita antiga que passou de geração em geração.

As minhas avós tinham campos de cultivo de onde colhiam o que comiam e, muitas vezes, iam para a lavoura todo o dia e acabavam por almoçar nas terras, pelo que preparavam o almoço com antecedência e levavam-no para os terrenos de cultivo para que o tempo não lhes faltasse na apanha das batatas, no semear do milho, na plantação das couves ou na apanha da azeitona.
Como tinham animais do campo, tinham sempre de ter couves para os alimentar, daí este vegetal ser sempre um alimento presente na nossa mesa, tal como o feijão que era semeado com o semeador, com burros e arados ou à mão.
A sustentabilidade era conseguida através do cultivo do feijão, do milho, das couves e das batatas nos próprios quintais.
Com o milho faziam farinha para depois terem para uso doméstico, tal como para cozer a broa em casa nos fornos de barro aquecidos a lenha.
Assim sendo, as migas eram um prato que estava sempre acessível e que servia de sustento acompanhado por peixe frito ou carne, ou até como prato principal.
Hoje em dia, a minha família já não cultiva alimentos e temos de adquirir os produtos em mercados ou supermercados, tal como o modo de confeção também é diferente, pois agora é feito em frigideiras ou Wook e em tempos passados era em tachos de esmalte para ir ao lume. Para além disso, presentemente, já não fazemos das migas o prato principal mas sim um acompanhamento.

Maria Carvalho, aluna do 6ºF

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Ementa Intercultural

 

No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, com a colaboração da Academia MyPolis, e tendo em conta a chegada cada vez mais frequente de alunos oriundos de várias partes do mundo, a turma do 9ºA propôs o projeto " Ementa Cultural pelo menos uma vez por mês", para acolher e dar as boas vindas a estes alunos. Esta ideia teve o parecer favorável da Direção do AEL, foi aprovada pela CML e pela empresa concessionária dos refeitórios. Assim, durante os próximos meses, irá haver um dia por mês, com uma ementa de um país diferente, de acordo com a nacionalidade dos alunos existentes no AEL. Esta iniciativa terá início em fevereiro, dedicada à Ucrânia.

A turma do 9ºA

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Bolos e Pastéis

 ENTREVISTA

Há mais de 30 anos que Eugénia é pasteleira na pastelaria São Silvestre. Já preparou de tudo: desde natas a bolos de casamento e gosta muito do que faz.

Quando surgiu o seu interesse pela pastelaria?
Sempre gostei muito. Apesar de sempre ter trabalhado numa pastelaria, não trabalhei logo nisso. Comecei por ser empregada de limpeza e, de vez em quando, ajudava no balcão. Eventualmente, acabei por chegar onde estou hoje.

Qual é a formação necessária para se ser pasteleiro?
No início, não foi preciso nenhuma, mas tive de fazer um curso de “Segurança e higiene no trabalho”, outro de “Higiene na alimentação” e fiz um de decoração com massa de açúcar, após seis anos de ter começado a minha carreira. Hoje em dia, há cursos disponíveis que as pessoas podem fazer antes de começarem a trabalhar.

Que materiais costumam ser necessários?
Para fazer os bolos e os pastéis são sempre necessários ovos, farinha, açúcar, melhorantes, como fermento e manteiga, mas, muitas vezes, usamos outros ingredientes. Para fazer a massa usamos batedeiras e para amassá-la utilizamos as mãos, que são sempre higienizadas antes, e rolos de massa. Às vezes, são precisas formas, e utilizamos também balanças, espátulas, facas e fornos, claro.

Qual foi o maior trabalho que já fez?
Talvez um bolo de casamento. Atualmente, já não os fazemos, mas gostava muito de os fazer.

Quais são as suas maiores dificuldades?
Provavelmente, gerir o tempo quando temos encomendas grandes. Por mais difícil que seja, tentamos acabar tudo dentro do prazo.

Sei que há muitas pessoas que confundem pastelaria com confeitaria. Pode indicar algumas diferenças?
Vamos lá: a confeitaria prepara confeites, que são feitos com muito açúcar, como as amêndoas de chocolate; já a pastelaria é o nome que se dá a vários produtos de panificação, onde se mexe com massas de farinha, por exemplo.

Beatriz Costa, aluna do 8ºB

PRODUÇÃO DE MEL

Entrevista 


O mel que todos nós encontramos no supermercado passa por um longo processo até estar na prateleira e pode não ser desse ano, ou seja, pode já ter sido produzido em anos anteriores. Para perceber melhor a produção de mel, entrevistei G. Rodrigues, que ainda é produtor de mel em Portugal, apesar de, nas últimas décadas, ter diminuído significativamente o número de apicultores, comparativamente à década de 80 (pordata.pt).

O que nos pode dizer sobre o tempo que demora a produzir um frasco de mel?
Não sei bem como dizer, mas produzimos mel só uma vez por ano, normalmente, no mês de agosto, que é quando as abelhas já têm a colmeia cheia.

Como se produz o mel?
É claro que não somos nós, apicultores, a produzir o mel, nós simplesmente o recolhemos. É totalmente produzido pelas abelhas. Elas vão à procura do néctar que recolhem na natureza, das flores das plantas, que misturam com água. As abelhas, na colmeia, enchem os favos de cera e conservam-nos. As abelhas só produzem o mel para a sua alimentação, mas nós seres humanos retiramos alguns favos de cera que são onde elas armazenam o mel. Se retirarmos todos os favos, as abelhas morrem porque não têm como se alimentar.

Existem diferenças no mel, de ano para ano? Se sim, qual é a razão?
Sim, existem diferenças, depende da disponibilidade de flores que existirem na região onde as abelhas se encontram, e a quantidade varia consoante o que as abelhas recolhem.

Quais são os maiores gastos que tem na produção de mel?
Os maiores gastos que já tive até hoje foram a curar as abelhas para não apanharem doenças como, por exemplo, a Varoose.

Quais as dificuldades que passa na produção de mel?
As maiores dificuldades são o local onde os apiários estão localizados, pois têm declives acentuados e as doenças associadas, como a Varoose.

O ambiente envolvente afeta a produção de mel e, consequentemente, as abelhas?
Sim, é muito importante os apiários estarem localizados em zonas pouco poluídas. As abelhas necessitam de flores para recolherem o néctar com o qual produzem o mel e, ao mesmo tempo, fazem a polinização das flores. Este ciclo é a base fundamental da vida, sem abelhas, o ser humano não sobreviverá. Em zonas muito poluídas, as abelhas não sobrevivem, logo, a produção de mel é diminuta ou intermitente. Todo o ser humano deve pensar nestas questões do ambiente e ser interveniente na prevenção e na diminuição da poluição do nosso planeta.

Eduarda Rodrigues, aluna do  8ºB, em entrevista ao apicultor G. Rodrigues

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Campanha de Recolha de Bens no Agrupamento de Escolas da Lousã


A equipa do Projeto de Promoção e Educação para Saúde (PPES) lançou, mais uma vez, uma campanha de recolha de bens alimentares e produtos de higiene em todos os estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas da Lousã (AEL), de forma a assinalar o Dia Mundial da Alimentação e o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
Os donativos angariados reverteram para a Associação Vida Abundante da Lousã, para o CAS–Centro de Apoio Social da Cáritas Diocesana de Coimbra, para a Conferência São Vicente de Paulo da Lousã e, ainda, para a Conferência Nossa Senhora do Socorro de Serpins.
Nesta atividade, é de referir, também, o contributo do Movimento Coimbra Cuida, que acedeu ao pedido da equipa do PPES, apoiando esta causa com a entrega de bens para as referidas instituições.
O sucesso da atividade deve-se, sem dúvida, ao envolvimento e à colaboração do pessoal docente e não docente e dos alunos e respetivas famílias que, mais uma vez, não negaram o auxílio aos mais necessitados, apesar da crise que o país enfrenta, pelo que o AEL, a equipa do PPES e as quatro instituições estão profundamente gratos.
A escola pretende proporcionar aos seus alunos uma educação integral, que tem no exercício da cidadania um instrumento de desenvolvimento pessoal e social, e são estes gestos de solidariedade da comunidade educativa que nos fazem acreditar no atual lema do Projeto Educativo do nosso agrupamento- "Sonhar, desejar, fazer – juntos!"
Um bem-haja a todos!

Equipa do PPES

segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Espetada de frutas ... no dia Mundial da Alimentação


Foi com grande entusiasmo que as crianças da Turma A, do Jardim de Infância das Fontaínhas, vivenciaram este dia tão especial.

Educadoras do Jardim de Infância das Fontaínhas

Agora o "Ecos de Cá" está em https://true.publico.pt/ecos-de-ca

 https://true.publico.pt/ecos-de-ca O Ecos de Cá mudou de casa. Descobre mais notícias em  https://true.publico.pt/ecos-de-ca