sexta-feira, 26 de abril de 2024
Jovens Jornalistas
quarta-feira, 20 de dezembro de 2023
NÃO SE FAZEM OMOLETAS SEM OVOS!
Sílvia Carrilho, professora do 1.º Ciclo
Dia mundial da Filosofia - textos de opinião sobre a guerra entre Israel e o Hamas
Débora Pires, Lara Duarte, Maria Ferreira e Natacha Gutbub, alunas do 11ºE
A disputa de territórios entre Israel e Palestina não é recente. Milhares de pessoas inocentes já foram mortas ou feridas devido a esta discordância. Este conflito já dura há cerca de 70 anos. Um dilema que se coloca neste âmbito é: “Devem os israelitas atacar Gaza sabendo que crianças palestinianas morrerão e que o Hamas executará reféns um a um se o fizerem?”. Em semelhança com a “Escolha de Sofia”, este dilema parece não ter um resultado “menos mau”, pois acabam por existir sempre sacrifícios que é necessário fazer. Não existe uma resposta correta. Matar um combatente do Hamas poderá inspirar mais dez a vingar-se contra Israel. Existe o risco de os soldados israelitas acabarem por ser todos mortos juntamente com os reféns. Mas a inação é também uma escolha, e esta pode encorajar o Hamas a prosseguir e dar-lhes tempo de se reagruparem e planear novos ataques. O problema é que, por muito que a sociedade queira, a guerra não é e nunca será uma experiência mental. Parece que, por muitas voltas que dermos, obtemos sempre respostas erradas. Até que ponto é moralmente certo matar uma pessoa para salvar duas? Porque, apesar de parecer correto de início, continuamos a falar sobre matar alguém. Existem sempre argumentos extremamente fortes de ambos os lados. Como é que se consegue realizar tal escolha?
Leonor, Lia, Jorge, alunos do 11º E
O dilema de atacar Gaza é um problema antigo, mas as questões continuam bastante atuais e problemáticas. Apresentadas como facas de 2 gumes, vemo-nos por vezes em dificuldade de escolha entre várias opções, enfrentando opiniões e cenários diferentes para cada uma delas. O texto, ao procurar responder ao dilema, levanta questões pertinentes sobre o mesmo, obrigando a uma pesquisa e reflexão mais profunda.
Para a resolução do problema não existe uma resposta 100% correta e, apesar de existirem tentativas de resposta incorretas, não é possível apresentar uma que seja mora e eticamente inatacável, sendo ainda mais difícil tomar decisões no calor do momento.
Como tentativa de resposta a uma pergunta do texto, devia haver uma tentativa de um acordo de paz, mas não acreditamos que possamos confiar no posso inimigo, pois sabemos das barbáries que são capazes de fazer para obterem o que querem, colocando em causa a viabilidade do tratado.
Embora não exista uma escolha correta, iniciar uma guerra, bombardeando o inimigo, não será a melhor escolha a se fazer. Para além de matar milhares, existem escolhas menos más que podem ser feitas. Estas escolhas terão sempre consequências negativas, não havendo uma que seja totalmente inócua, mas podem atenuar o caos e a perda.
Para nós a melhor escolha é defender-se em vez de atacar. Não provoca mais danos do que os necessários, sendo, para nós, a menos incorreta, tanto moral como eticamente. Um acordo de paz poderá ser buscado, não sendo, porém, totalmente viável, visto que será difícil ter confiança naqueles que são nossos inimigos.
Sofia Mourão, Joana Quatorze, Maria Ana Rodrigues, alunas do 11º D
sábado, 2 de dezembro de 2023
Regime Democrático
Vitória Almeida, aluna do 10ºB
quarta-feira, 22 de novembro de 2023
Kali, o pequeno vampiro, uma curta-metragem que se recomenda! - Plano Nacional de Cinema
sexta-feira, 10 de março de 2023
"Belle"
sexta-feira, 3 de março de 2023
Persépolis: a atualidade de uma curta-metragem de animação
terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
Comentário ao filme "Diamantes de sangue"
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
Ser ou não ser feliz na escola – eis a questão
Projeto "Vitamina N (Natureza)"
domingo, 18 de dezembro de 2022
Consequências da massificação cultural
sábado, 10 de dezembro de 2022
Inclusão de pessoas com doenças/síndromes no mercado de trabalho
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
Antropofagia social hoje como no passado!
A crítica de Padre António Vieira no Sermão de Santo António aos Peixes é uma crítica atemporal que escalpeliza a exploração no Brasil durante o século XVII. Assim como no passado, ainda hoje, infelizmente, continuam a observar-se frequentemente comportamentos reprováveis.
Em primeiro lugar, nos dias de hoje, há muitas pessoas vaidosas que apenas se importam com as suas aparências e não com o bem-estar dos que as rodeiam, acabando por ser arrogantes e inferiorizar os mais desfavorecidos, o que acaba por ser irónico, uma vez que estamos numa sociedade onde, diariamente, se luta ou deveria lutar pela igualdade de direitos. Também nos dias de hoje, vivenciamos profundas injustiças, por exemplo, ao nível da justiça, onde muitas vezes, os mais poderosos, com mais capacidades financeiras, subornam os juízes e órgãos da justiça, ganhando vantagem relativamente aos mais humildes, os mais honestos. É de “cortar o coração”! Além dos exemplos que referi anteriormente, vivemos numa sociedade profundamente consumista, que apenas pensa em bens materiais; uma sociedade que tem a necessidade de explorar o outro, os mais fracos, para proveito próprio. Como exemplo disto, temos as grandes empresas de roupa, onde os mais desfavorecidos, os que precisam de dinheiro para sustentarem as suas famílias, são submetidos a condições de trabalho horríveis: muitas horas de trabalho, nalguns casos, sem dia de descanso semanal e com um salário tão baixo que, muitas vezes, nem dá para todas as despesas. Isto porque, os mais vaidosos, os mais consumistas, os mais gananciosos precisam de ter mais de cinquenta casacos diferentes no armário, isto porque é vergonhoso uma pessoa com dinheiro andar mal vestida
sexta-feira, 2 de dezembro de 2022
Cinanima - textos de opinião
Ana Catarino e Rute Ribeiro
"Adolfo e o seu plano maquiavélico"
segunda-feira, 28 de novembro de 2022
A felicidade
terça-feira, 18 de outubro de 2022
Alunos do 6ºC dão música!
terça-feira, 7 de junho de 2022
O papel do cinema na atualidade
Leandro Serra, 8.ºF, n.º15
Mariana Simões, n.º19 8.ºF
Miguel Azevedo, 8.ºF, n.º 21
Imagem:Freepik
sexta-feira, 8 de abril de 2022
Existências indolentes
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Mariana Fé,12ºB
quinta-feira, 7 de abril de 2022
Tens o poder de construir o amanhã, com uma nova direção!
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Imagem: Freepik
Agora o "Ecos de Cá" está em https://true.publico.pt/ecos-de-ca
https://true.publico.pt/ecos-de-ca O Ecos de Cá mudou de casa. Descobre mais notícias em https://true.publico.pt/ecos-de-ca
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Entrevista a Sandra Galante, Embaixadora Digital do Centro de Formação Nova Ágora, pelos alunos Carolina, Alícia e Martim da EB1 "Os ...
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Mural EB1 programa +Contigo / Foto: Anabela Marques No corrente ano letivo, o Agrupamento de Escolas da Lousã aderiu, mais uma vez, ao Progr...











