sexta-feira, 26 de abril de 2024
Jovens Jornalistas
Alunos do 12º ano na inauguração do mural de homenagem a Alberto Martins, em Coimbra
domingo, 21 de abril de 2024
Projeto Erasmus+ Job Shadowing Helsínquia
3.º Encontro Nacional de Jovens Jornalistas | Ponte de Lima | 09, 10 e 11 de abril 2024
quarta-feira, 10 de abril de 2024
A robótica educativa em contexto inclusivo
Atividades de Iniciação à Robótica - 1º B; Foto: Eunice Lopes
quarta-feira, 6 de março de 2024
Boas notícias para o Agrupamento de Escolas da Lousã!
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024
XI Olimpíadas de Língua Portuguesa
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024
MegaSprint no Agrupamento de Escolas da Lousã
Alícia Peneda e Ana Carolina Gonçalves 6.º F
terça-feira, 13 de fevereiro de 2024
Segunda eliminatória das Olimpíadas Portuguesas de Matemática (OPM)
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024
Olimpíadas da Geologia 2024
quarta-feira, 20 de dezembro de 2023
Entrevista à Coordenadora de Estabelecimento
Mercês Fernandes é coordenadora de estabelecimento, na Escola Básica número um da Lousã, onde é professora.
- Como se chama?
- Mercês Fátima Gomes Jardim Fernandes.
- Onde nasceu?
- No Funchal (Madeira).
- Onde vive?
- Em Serpins.
- Que funções desempenha?
- Sou professora e coordenadora de estabelecimento.
- Gosta da sua profissão? Há quantos anos exerce?
- Gosto muito. Sou professora há 35 anos e coordenadora, há 10.
- Quais são as suas funções como coordenadora?
- Coordenar as atividades educativas, monitorizar o cumprimento do Plano Anual de Atividades, transmitir as informações relativas ao pessoal docente e não docente e aos alunos. Resolver todos os problemas dos alunos, servindo de moderadora e reunir com os encarregados de educação. Além disso, tenho de gerir as instalações, espaços e equipamentos. Todos os problemas que não podem ser resolvidos por mim, são encaminhados para o Diretor.
- O que a inspirou a ser coordenadora?
- O cargo de coordenadora é um convite que o Senhor Diretor do Agrupamento faz. Antes já era coordenadora, mas era com a outra Diretora do Agrupamento.
- Quais são as maiores dificuldades de ser coordenadora?
- As intrigas entre os alunos, sem motivo, e também as intrigas entre adultos. A parte das relações humanas é sempre a mais complicada!
- Qual foi a coisa mais engraçada que viu como coordenadora?
- Existem muitas situações, umas mais engraçadas, outras embaraçosas, mas (sobre estas) não vou nomear nenhuma. Uma das coisas engraçadas é encontrar os filhos de antigos alunos.
- O que faz, no seu dia a dia, como coordenadora?
- O dia a dia é sempre muito movimentado, com muitas situações para resolver. Além disso também sou professora, também tenho de dar aulas a duas turmas. Como temos três ciclos de ensino, a sala mediadora de aprendizagem e a unidade de multideficiência, há sempre muitas coisas para fazer!
Daniela e Inês (8.º G)
A Associação de Estudantes “deseja” para este ano…
Dia mundial da Filosofia - textos de opinião sobre a guerra entre Israel e o Hamas
Débora Pires, Lara Duarte, Maria Ferreira e Natacha Gutbub, alunas do 11ºE
A disputa de territórios entre Israel e Palestina não é recente. Milhares de pessoas inocentes já foram mortas ou feridas devido a esta discordância. Este conflito já dura há cerca de 70 anos. Um dilema que se coloca neste âmbito é: “Devem os israelitas atacar Gaza sabendo que crianças palestinianas morrerão e que o Hamas executará reféns um a um se o fizerem?”. Em semelhança com a “Escolha de Sofia”, este dilema parece não ter um resultado “menos mau”, pois acabam por existir sempre sacrifícios que é necessário fazer. Não existe uma resposta correta. Matar um combatente do Hamas poderá inspirar mais dez a vingar-se contra Israel. Existe o risco de os soldados israelitas acabarem por ser todos mortos juntamente com os reféns. Mas a inação é também uma escolha, e esta pode encorajar o Hamas a prosseguir e dar-lhes tempo de se reagruparem e planear novos ataques. O problema é que, por muito que a sociedade queira, a guerra não é e nunca será uma experiência mental. Parece que, por muitas voltas que dermos, obtemos sempre respostas erradas. Até que ponto é moralmente certo matar uma pessoa para salvar duas? Porque, apesar de parecer correto de início, continuamos a falar sobre matar alguém. Existem sempre argumentos extremamente fortes de ambos os lados. Como é que se consegue realizar tal escolha?
Leonor, Lia, Jorge, alunos do 11º E
O dilema de atacar Gaza é um problema antigo, mas as questões continuam bastante atuais e problemáticas. Apresentadas como facas de 2 gumes, vemo-nos por vezes em dificuldade de escolha entre várias opções, enfrentando opiniões e cenários diferentes para cada uma delas. O texto, ao procurar responder ao dilema, levanta questões pertinentes sobre o mesmo, obrigando a uma pesquisa e reflexão mais profunda.
Para a resolução do problema não existe uma resposta 100% correta e, apesar de existirem tentativas de resposta incorretas, não é possível apresentar uma que seja mora e eticamente inatacável, sendo ainda mais difícil tomar decisões no calor do momento.
Como tentativa de resposta a uma pergunta do texto, devia haver uma tentativa de um acordo de paz, mas não acreditamos que possamos confiar no posso inimigo, pois sabemos das barbáries que são capazes de fazer para obterem o que querem, colocando em causa a viabilidade do tratado.
Embora não exista uma escolha correta, iniciar uma guerra, bombardeando o inimigo, não será a melhor escolha a se fazer. Para além de matar milhares, existem escolhas menos más que podem ser feitas. Estas escolhas terão sempre consequências negativas, não havendo uma que seja totalmente inócua, mas podem atenuar o caos e a perda.
Para nós a melhor escolha é defender-se em vez de atacar. Não provoca mais danos do que os necessários, sendo, para nós, a menos incorreta, tanto moral como eticamente. Um acordo de paz poderá ser buscado, não sendo, porém, totalmente viável, visto que será difícil ter confiança naqueles que são nossos inimigos.
Sofia Mourão, Joana Quatorze, Maria Ana Rodrigues, alunas do 11º D
sábado, 2 de dezembro de 2023
Olimpíadas da Matemática
Olimpíadas de Matemática na EB1 Foto: Mercês Fernandes
sábado, 11 de novembro de 2023
Entrevista a Carlos Rodrigues, porteiro na Escola Básica Nº 1
quinta-feira, 9 de novembro de 2023
Entrevista a Graça Santos, funcionária do bufete na Escola Básica Nº 1
Graça Santos, funcionária do Bar da Escola Nº 1 da Lousã; Foto: Diogo e Óscar do 8ºG
Graça Santos é uma das assistentes que trabalha no bufete da Escola Básica Nº1. Já trabalha no “bar” das escolas há 18 anos, mas também desempenha outras funções. É natural da Lousã, fez estudos até ao 6.º ano. Gosta muito da sua profissão. O aspeto mais negativo do trabalho é quando se está sozinho.
- D. Graça, pode dizer-nos o seu nome completo?
- Graça Maria Figueiredo dos Santos.
- De onde é natural?
- Da Lousã.
- Que estudos tem?
- Tenho o 6º ano.
- Há quantos anos trabalha no bufete?
- Já trabalho, no “bar” das escolas, há 18 anos, mas também desempenho outras funções na escola.
- Quais são as principais dificuldades no seu trabalho?
- Quando se está sozinho.
- Como aspeto positivo, o que destacaria do seu trabalho?
- Gosto muito da minha profissão. Gosto muito de trabalhar no Bar.
Diogo e Óscar, alunos do 8ºG
Entrevista a Nuno Marques, professor de Educação Física
Professor de Educação Física na Escola Básica n.º 1, Nuno Marques considera a sua profissão bastante gratificante. Quer contribuir para que os alunos se sintam capazes e confiantes, de modo a conseguirem conquistar o que querem na vida.
- Como se chama?
- Nuno Marques.
- É natural de onde?
- Ovar.
- Sempre quis ser professor? Se não, por que desistiu?
- Não, queria ser cirurgião, mas a média era muito alta. Então acabei por escolher ser professor, porque tenho uma grande paixão pelo desporto.
- Qual a sua opinião sobre o seu trabalho?
- É uma profissão bastante gratificante pela relação que criamos com os alunos.
- Que modalidade prefere?
- Prefiro tudo o que seja desportos coletivos.
- O que pretende transmitir aos seus alunos?
- Mais do que os conteúdos da minha disciplina. Quero transmitir aos meus alunos que se sintam capazes e confiantes para conquistarem tudo o que querem na vida.
- O que gosta de fazer nos seus tempos livres?
- Praticar desporto, ler e estar com os meus filhos.
Entrevista a Lurdes Serra, assistente de ação educativa na Escola Básica Nº 1
Lurdes Serra, assistente de ação educativa, EB Nº1 da Lousa; Foto: Guilherme e Indira
- Maria de Lurdes.
- De onde é natural?
- Sou natural de Vila Nova de Ceira, concelho de Góis.
- Sabemos que vive em Serpins. Cresceu ali ou o que a atraiu para lá?
- Foi o casamento. Casei com uma pessoa de Serpins e, depois, fui para lá viver.
- Tem algum hobby ou pratica algum desporto?
- Gosto de ler, de andar na natureza e de andar de bicicleta.
- Sabemos que trabalhou na biblioteca, mas que, agora, cumpre outras funções. Há quantos anos trabalha, neste estabelecimento de ensino, como assistente de ação educativa e com a responsabilidade de coordenar o trabalho dos colegas?
- Há seis anos.
- No seu trabalho, quais são as maiores dificuldades?
- A falta de pessoal, ter pessoas suficientes para desempenhar as funções, para tudo funcionar normalmente, essa é uma das dificuldades. Também não é fácil gerir pessoas. Tem de haver um equilíbrio. Temos de saber ouvir e dar apoio quando é necessário, pelo que as pessoas, às vezes, vêm ter comigo para uma palavrita.
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
Entrevista a Sílvia Leal, docente da Educação Especial da Escola Básica Nº1 da Lousã
Rádio Serranitos – A toda a hora, em todo o Mundo!!!
Alunos do 2º ciclo gravam o 1º Desafio para a Rádio Miúdos no estúdio na EB1 da Lousã
Foto: Sandra Nunes
Agora o "Ecos de Cá" está em https://true.publico.pt/ecos-de-ca
https://true.publico.pt/ecos-de-ca O Ecos de Cá mudou de casa. Descobre mais notícias em https://true.publico.pt/ecos-de-ca
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Entrevista a Sandra Galante, Embaixadora Digital do Centro de Formação Nova Ágora, pelos alunos Carolina, Alícia e Martim da EB1 "Os ...
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A Rede de Bibliotecas da Lousã (Biblioteca Municipal e Bibliotecas Escolares) associou-se à Semana da Leitura’23, iniciativa do Plano Nacion...





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