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sexta-feira, 26 de abril de 2024

Jovens Jornalistas

Benedita Coelho e Maria Santos, Jovens Jornalistas
Foto: Eugénia Pardal
O 3° Encontro Nacional de Jovens Jornalistas ocorreu de 9 a 11 de abril, em Ponte de Lima e teve a organização do Jornal O Público. Quando soubemos do convite ficamos ambas muito entusiasmadas pela oportunidade de partilha de conhecimentos, de os aprimorar e de conhecer novas pessoas.
Ficamos alojadas no centro educativo de Ponte de Lima e tivemos oportunidade de participar em diferentes workshops, tais como Podcast e escrita de notícias. Também fizemos caminhadas e participamos num desafio chamado Aventura Digital no Rio do Esquecimento, tendo o nosso grupo ficado em primeiro lugar.
Só temos a apontar duas coisas negativas sobre o encontro: ser pouco tempo e a agenda ser muito apertada.
Foi uma experiência única, na nossa formação, para além de ter sido muito divertido. Ficamos também com o bichinho do jornalismo e quem sabe um dia ser uma área a ponderar no futuro.

Benedita Coelho, 7.º E e Maria Santos, 7.ºG

Alunos do 12º ano na inauguração do mural de homenagem a Alberto Martins, em Coimbra

 

Mural de homenagem a Alberto Martins e à Crise Académica de 1969
Foto: Alunos da Status

No dia 17 de abril, os alunos de História A do 12.º ano deslocaram-se a Coimbra, para assistir à inauguração do mural de homenagem a Alberto Martins e à Crise Académica de 1969, na presença do Sr. Presidente da República.
O mural, da autoria dos artistas c’Marie e Egrito foi realizado para comemorar os 55 anos do início da Crise Académica de 1969 e no âmbito das celebrações dos 50 anos do 25 de Abril. Neste dia, Alberto Martins, então presidente da Associação Académica de Coimbra, pediu a palavra ao chefe de Estado, Américo Thomaz, durante a inauguração do edifício das Matemáticas, num gesto de contestação contra a política do governo. Mas foi impedido de o fazer.
No discurso que proferiu, Alberto Martins relembrou os acontecimentos, inclusivamente a sua suspensão às aulas, juntamente com a de mais sete colegas.
Os alunos realizaram também uma visita às instalações da Associação Académica, guiados por dois membros da sua Direção.
Foi uma tarde enriquecedora, que permitiu aos jovens tentar compreender o que é viver sem liberdade de expressão e, por outro lado, familiarizar-se com um ambiente que provavelmente irão frequentar no próximo ano letivo, quando ingressarem no ensino superior.

Inês Ribeiro, docente de História
Visita às instalações da Associação Académica,
Foto: Alunos da Status

domingo, 21 de abril de 2024

Projeto Erasmus+ Job Shadowing Helsínquia

Grupo do Projeto Erasmus+ Job Shadowing Helsínquia/Foto: Cristina Silva

Na semana de 1 a 6 de abril, o Agrupamento de Escolas da Lousã realizou, com sucesso, mais uma atividade no âmbito do Projeto Erasmus+. Decorreu na Finlândia, na modalidade de Job Shadowing. Assim, o Diretor do Agrupamento de Escolas da Lousã e os docentes Ana João, António Leonardo, Cristina Silva, Eugénia Pardal e Maria Santos partilharam experiências, assistiram e participaram em aulas de diferentes disciplinas.
Na escola de acolhimento Järvenperän Koulu (escola com níveis equivalentes ao nosso ensino básico - 3.º ciclo), os docentes puderam constatar a existência de ótimas condições físicas, bom apetrechamento do ponto dos equipamentos e a existência de um número de professores e assistentes operacionais por aluno, num rácio muito superior ao das nossas escolas, sobretudo na unidade multideficiência para alunos com necessidades educativas específicas. Nas salas de aula, eram visíveis muitos manuais, dossiers e verifica-se que não existe uma supervalorização do digital. Muitas aulas decorrem com recurso a manuais em suporte de papel complementados com meios digitais. O grupo constatou que há uma preocupação com a preparação dos alunos para o quotidiano da vida, pois existem disciplinas cujo objetivo é proporcionar competências no âmbito da culinária, organização da casa e sua economia, costura, tricôt, carpintaria e mecânica.
Existem, na escola, vários clubes para a promoção do bem-estar, tais como artes, dança, música e atividades circenses.
Os encarregados de educação revelam elevado reconhecimento pelo trabalho dos professores.
Foram igualmente contemplados momentos culturais, tais como visitas a museus e à biblioteca de Helsínquia.
Esta Mobilidade Erasmus+ proporcionou aos docentes o desenvolvimento linguístico, a partilha de conhecimentos e práticas sobre a organização, métodos de liderança, planos curriculares.
Consideram-se, deste modo, atingidos os objetivos delineados pela equipa Erasmus+.

Grupo da mobilidade JobShadowing Helsínquia

3.º Encontro Nacional de Jovens Jornalistas | Ponte de Lima | 09, 10 e 11 de abril 2024

Representantes do AEL no 3.º encontro de jovens jornalistas
Foto: Selma José

Na sequência da participação do “Ecos de cá” no Concurso Nacional de Jornais Escolares em 22/23, promovido pelo jornal Público, o Agrupamento de Escolas da Lousã (AEL) foi convidado para participar no 3.º Encontro Nacional de Jovens Jornalistas, que decorreu em Ponte de Lima, nos dias 09, 10 e 11 de abril de 2024. As alunas Benedita Coelho do 7.ºE e Maria Santos do 7.ºG, acompanhadas pela professora Eugénia Pardal, representaram o AEL e o Ecos de Cá.
Neste encontro, participaram cerca de 100 alunos e 40 professores de todo o país, incluindo os Açores. Foi possível partilhar, conhecer, observar, aprender, experimentar, noticiar, conviver com muito divertimento à mistura.
Dos trabalhos deste encontro, destacamos a partilha de experiências entre os jovens jornalistas, os workshops para ao alunos e as sessões de formação para os professores.
Nas duas noites do encontro, ocorreram também atividades: uma caminhada pela Área Protegida das Lagoas de Bertiandos e São Pedro d’Árcos e uma Aventura Digital, para conhecimento do Centro histórico de Ponte de Lima em registo jornalístico, envolvendo desafios de produção de texto, registo fotográfico, entre outros. De salientar que o AEL, em parceria com a Escola Secundária de Ponte de Lima, foi vencedor neste desafio digital.
Aguardamos a revelação do local para a realização do próximo encontro, pois o AEL foi convidado para o 4.º Encontro de Jovens Jornalistas 2025. Vamo-nos preparando!

Benedita Coelho, 7.ºE; Maria Santos, 7ºG e Eugénia Pardal, coordenadora do Jornal Escolar e docente de Português.

AEL-1.º Lugar / Foto: Eugénia Pardal

 

 

quarta-feira, 10 de abril de 2024

A robótica educativa em contexto inclusivo

 

Atividades de Iniciação à Robótica - 1º B; Foto: Eunice Lopes

Atividades de Iniciação à Programação e Robótica - 3º B; Foto: Eunice Lopes


No passado dia 21 de março, os alunos do 1º B e 3º B deslocaram-se ao Laboratório STEAM, na Escola Básica Nº2 da Lousã, para realizarem atividades de Iniciação à Programação e Robótica.
A professora Carla Ferreira, coordenadora da equipa PADDE, recebeu os alunos naquele espaço dinamizando atividades, em grupo, com o robot Bubble, da Clementoni. Os alunos aprenderam a programar através de coordenadas o pequeno Bubble para criar vários desenhos e figuras geométricas. Pressionando corretamente no teclado, diferentes coordenadas, construíram sequências de programação que o robot desenhou em papel. Ao descobrirem se acertavam na figura, através da observação do robot, a aprendizagem foi associada a uma sensação de satisfação e recompensa, confirmando a robótica educativa como uma atividade lúdica e apelativa para alunos de diferentes faixas etárias e com diferentes perfis de aprendizagem.
Com estas atividades, num ambiente divertido, combinando o jogo com a aprendizagem, os alunos puderam desenvolveram não só competências cognitivas, mas também desenvolver a autonomia (aprender fazendo) e competências sociais (respeitando novas ideias e formas de pensar diferentes), compreendendo nomeadamente que o erro faz parte do processo de aprendizagem.
Foi visível o empenho e motivação de todos os alunos, durante a sessão.
Vamos voltar brevemente!

Ana Filipa Frade e Paula Simões, docentes do 1º ciclo; Eunice Lopes, docente de Educação Especial 

quarta-feira, 6 de março de 2024

Boas notícias para o Agrupamento de Escolas da Lousã!

https://cm-lousa.pt/locais/escola-secundaria-da-lousa/

O primeiro passo para a concretização do desejo, quase sonho, de docentes, não docentes, alunos, pais e encarregados de educação, a requalificação da Escola Secundária da Lousã, está em marcha.
A Câmara Municipal da Lousã abriu concurso público para investimento de 7,5 milhões de euros na Escola Secundária da Lousã.
Após a adjudicação da obra, prevê-se que esta seja executada em 630 dias.
Foi hoje também substituída a cobertura do bloco B, danificada na última intempérie sentida na Lousã.
A comunidade escolar do Agrupamento de Escolas da Lousã congratula-se com estas boas notícias!

Eugénia Pardal, Presidente do Conselho Geral

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

XI Olimpíadas de Língua Portuguesa


O Agrupamento de Escolas da Lousã (AEL) participou hoje na 1.ª Fase das XI Olimpíadas de Língua Portuguesa. A prova teve lugar na EB1 e na Secundária. As Olimpíadas da Língua Portuguesa visam promover o bom uso do nosso idioma pelos alunos do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário, contribuir para o desenvolvimento de uma atitude crítica de toda a comunidade educativa face ao uso do Português padrão, aumentar o interesse dos alunos pelo conhecimento da norma-padrão do Português de Portugal e, entre outros objetivos, promover a educação linguística e literária no ensino básico e no ensino secundário.
A atividade motivou mais de uma centena de jovens do AEL. Esta foi uma forma diferente de estudar e aprender Português. Parabéns a todos os participantes!

Eugénia Pardal e Maria João Garcia, Docentes de Português


quarta-feira, 21 de fevereiro de 2024

MegaSprint no Agrupamento de Escolas da Lousã

No dia 1 de fevereiro de 2024, na EB2 da Lousã, realizou-se o apuramento para o MegaSprint distrital com a colaboração de alguns professores de educação física e com a participação de vários alunos dos 2.º e 3.º ciclos e também do ensino secundário.
Durante a manhã, teve lugar um pequeno aquecimento e foram-se realizando várias provas, de acordo com os respetivos escalões e géneros. No final de cada prova, os atletas classificados em primeiro e segundo lugar seguiam para as próximas etapas: a semifinal e de seguida (os alunos que ficaram em segundo e primeiro lugar) a final. Na final, apenas o vencedor seria apurado para o MegaSprint distrital.
Destacamos que a aluna do 6.º F da EB1 da Lousã, Alícia Peneda levou para casa, e para a turma, o orgulho de ter ficado em primeiríssimo lugar na prova do MegaSprinte, no salto em comprimento, uma das atividades opcionais de apuramento para o distrital, além de ser uma forma de divertir os estudantes. A aluna Alícia refere que tudo isto aconteceu graças ao apoio dos colegas/amigos e dos alunos do 4.ºB da professora Vera Ferreira que levaram belíssimos cartazes.
No final da atividade, os alunos da escola secundária e da EB1 da Lousã regressaram às respetivas escolas, a pé, acompanhados pelos professores.
Nós, como participantes da atividade, reforçamos que foi um dia incrível que não iremos esquecer e que o mais importante foi, e é, participar.

Alícia Peneda e Ana Carolina Gonçalves 6.º F

terça-feira, 13 de fevereiro de 2024

Segunda eliminatória das Olimpíadas Portuguesas de Matemática (OPM)

Decorreu no dia 10 de janeiro pelas 15:30, na escola sede, a segunda eliminatória das Olimpíadas da Matemática, que funciona como uma final regional, onde são selecionados alguns alunos que obtiveram melhor pontuação na 1ª eliminatória, de acordo com o regulamento das OPM.
As Olimpíadas Portuguesas de Matemática (OPM), organizadas anualmente pela Sociedade Portuguesa de Matemática, são um concurso de problemas de Matemática, dirigido aos estudantes dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e também aos que frequentam o ensino secundário, que visa incentivar e desenvolver o gosto pela Matemática.
Os problemas propostos neste concurso fazem sobretudo apelo à qualidade do raciocínio, à criatividade e à imaginação dos estudantes.
Assim este concurso encontra-se dividido em três níveis: Categoria Júnior, Categoria A e Categoria B. A Categoria Júnior destina-se a alunos que frequentam o 6.º ou o 7.º ano de escolaridade, a Categoria A a alunos que frequentam o 8º ou o 9º anos de escolaridade e a categoria B destina-se a alunos de qualquer ano de escolaridade do ensino secundário.
No nosso agrupamento foram apurados 3 alunos da Categoria Júnior, 2 alunos da Categoria A e 1 aluno da Categoria B.
O grupo de Matemática congratula-se com a participação e resultados dos alunos neste concurso.

As professoras

Mercês Fernandes e Ernestina Lima

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2024

Olimpíadas da Geologia 2024

Realizou-se, no dia 19 de janero, a fase escolar da 10ª edição das Olimpíadas da Geologia – OPG 2024, promovidas pela Sociedade Geológica de Portugal (SGP), com o apoio do Ministério de Educação e Ciência, da generalidade das Universidades Portuguesas, da Agência e Rede Ciência Viva e da International Geoscience Educational Organization. Esta iniciativa, que se destina apenas a alunos do 11º ano de escolaridade, tem entre outros objetivos: dinamizar o estudo e ensino da Geologia nos níveis de ensino pré-universitários, particularmente no Ensino Secundário; incentivar e desenvolver o gosto pela Geologia nos alunos do Ensino Secundário; despertar o interesse pela Geologia e divulgá-la como Ciência e proporcionar a aproximação entre as Escolas, ou Agrupamentos de Escolas, daqueles níveis de ensino e as Universidades com departamentos na área da Geologia, Ciências da Terra ou Geociências.
Estiveram presentes 29 alunos das turmas A, B e C do 11º ano, inscritos na disciplina de Biologia e Geologia. Os três alunos com melhor pontuação irão participar na fase regional destas Olimpíadas, que decorrerá no dia 16 de março, em Coimbra em local ainda por definir.
Os alunos selecionados para a fase regional são:
- Guilherme Dias Sançana Seco, do 11ºA, que ficou em 1º lugar;
- Maria Inês Henriques Silva, do 11ºC, que ficou em 2º lugar;
- Bernardo Miguel Fernandes, do 11ºA, que ficou em 3º lugar.
Como suplentes ficaram as alunas Mariana Sofia Ferreira Bento (11ºA) e Maria Dias Simões (11ºB).
Agradecemos e damos os parabéns a todos os alunos participantes! Desejamos boa sorte aos que passaram à próxima fase!

 Anabela Correia e Sónia Caetano, docentes de Biologia e Geologia

quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

Entrevista à Coordenadora de Estabelecimento

 


Mercês Fernandes é coordenadora de estabelecimento, na Escola Básica número um da Lousã, onde é professora. 

 - Como se chama?

- Mercês Fátima Gomes Jardim Fernandes.

- Onde nasceu?

- No Funchal (Madeira).

- Onde vive?

 - Em Serpins.

- Que funções desempenha? 

- Sou professora e coordenadora de estabelecimento.

- Gosta da sua profissão? Há quantos anos exerce?

- Gosto muito. Sou professora há 35 anos e coordenadora, há 10.

- Quais são as suas funções como coordenadora?

- Coordenar as atividades educativas, monitorizar o cumprimento do Plano Anual de Atividades, transmitir as informações relativas ao pessoal docente e não docente e aos alunos. Resolver todos os problemas dos alunos, servindo de moderadora e reunir com os encarregados de educação. Além disso, tenho de gerir as instalações, espaços e equipamentos. Todos os problemas que não podem ser resolvidos por mim, são encaminhados para o Diretor.

- O que a inspirou a ser coordenadora?

- O cargo de coordenadora é um convite que o Senhor Diretor do Agrupamento faz. Antes já era coordenadora, mas era com a outra Diretora do Agrupamento.

- Quais são as maiores dificuldades de ser coordenadora?

- As intrigas entre os alunos, sem motivo, e também as intrigas entre adultos. A parte das relações humanas é sempre a mais complicada!

- Qual foi a coisa mais engraçada que viu como coordenadora?

- Existem muitas situações, umas mais engraçadas, outras embaraçosas, mas (sobre estas) não vou nomear nenhuma. Uma das coisas engraçadas é encontrar os filhos de antigos alunos. 

- O que faz, no seu dia a dia, como coordenadora?

- O dia a dia é sempre muito movimentado, com muitas situações para resolver. Além disso também sou professora, também tenho de dar aulas a duas turmas. Como temos três ciclos de ensino, a sala mediadora de aprendizagem e a unidade de multideficiência, há sempre muitas coisas para fazer!


Daniela e Inês (8.º G)


A Associação de Estudantes “deseja” para este ano…

Rodrigo Soares, presidente da Associação de Estudantes 

Nós, enquanto associação de estudantes, em articulação com o Projeto Educativo que tem por lema “Sonhar, desejar, fazer juntos”, desejamos dar voz aos alunos e sentir que os mesmos são ouvidos. Assim, apresentámos várias medidas no nosso plano anual de atividades para tornar o ano letivo mais enriquecedor a vários níveis para todos os alunos, como por exemplo:
-organizar uma apanha de lixo em vários pontos da Lousã;
-promover a literacia política, levando a cabo uma palestra, com um orador competente na área, para dar a conhecer e explicar o que se passa no país a nível político;
-organizar torneios, tanto de voleibol como futsal e basquete;
-desenvolver campanhas de angariação de roupa e alimentos;
-disponibilizar produtos de higiene feminina nas casas de banho (como tem acontecido nos últimos anos);
-promover ações de voluntariado;
- organizar o baile de finalistas.
De momento, já demos início a uma recolha de alimentos na Escola Secundária da Lousã (ESL), que serão doados a uma instituição local. Sentimos que estas e outras medidas são bastante relevantes no contexto escolar, para promover a cidadania do futuro da nossa sociedade: os jovens.

Rodrigo Soares, o presidente da Associação de Estudantes da ESL

Dia mundial da Filosofia - textos de opinião sobre a guerra entre Israel e o Hamas

Neste preciso momento, encontramo-nos perante a presença de um conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas.
É importante referir que esta guerra tem um passado histórico-geográfico. É um conflito que decorre há mais de 50 anos.
Refletindo sobre a situação atual, existem soluções, porém todas possuem as suas consequências.
Antes de referirmos soluções, é essencial ressaltar que caso os Israelitas ataquem, o Hamas irá executar os reféns e, caso o Hamas ataque, os Israelitas bombardearão Gaza. De qualquer modo, seria “menos catastrófico” executar os reféns, pois o seu sofrimento é lento e agoniante, embora este dado seja relativo e até injusto.
A melhor solução seria um acordo de paz. No entanto, o momento de tréguas foi dado como terminado. Além disso, é citado no texto “A Guerra entre Israel e o Hamas tornou-se “A Escolha de Sofia”, sendo citada a seguinte frase: “… como se pode confiar num inimigo que matou tão alegremente civis?”. Com base nesta citação, podemos concluir que seria difícil ambos os lados confiarem um no outro, depois de todas as atitudes desumanas cometidas por ambas as partes para com as populações.
Em suma, acreditam que existe uma solução eficaz? E se sim, qual seria?
A nosso ver, não existe uma solução totalmente eficiente e justa, dado que é improvável moldar uma vontade perfeita de paz entre estes países, não só devido à atualidade, como também ao seu passado. Mas, não podemos desistir.

Catarina Lemos, Sara Nascimento, Madalena Carvalho, Ana Correia, Rita Silva, alunas do 10ºC



O dilema de atacar Gaza. Um utilitarista poderia argumentar que este ataque é justificado, pois sacrificar algumas vidas para salvar muitas futuras vítimas seria o caminho a ser seguido. No entanto, a guerra não é uma experiência e as consequências a longo prazo são imprevisíveis. Matar um combatente do Hamas pode inspirar mais pessoas a pegar em armas contra Israel, além de existir o risco de falha no ataque, resultando na morte de soldados israelitas e reféns.
Por outro lado, a falta de ação pode encorajar o Hamas a reagrupar-se e aumentar a barbárie dos seus ataques. Surge então a questão de se podemos confiar num inimigo que cometeu atos tão cruéis contra civis. A resposta a esta questão não é fácil.
A sugestão de conversações de paz surge como uma alternativa, mas a desconfiança mútua entre as partes torna essa abordagem desafiadora. A barbaridade passada do Hamas dificulta a confiança num inimigo disposto a assassinar civis. O dilema de responder à violência com violência é abordado, alertando para a possibilidade de redução do conflito a um ciclo de retaliação.
A falta de uma resposta clara é ressaltada, pondo em causa a angústia existencial. A referência a Sartre destaca a ausência de diretrizes definidas sobre como agir. A barbárie é rejeitada como resposta, mas a incerteza sobre a resposta certa persiste.
Em conclusão, o texto resume a profunda complexidade do conflito Israel-Hamas, apelando à reflexão sobre a ausência de orientações morais claras em circunstâncias tão terríveis.

Débora Pires, Lara Duarte, Maria Ferreira e Natacha Gutbub, alunas do 11ºE



A disputa de territórios entre Israel e Palestina não é recente. Milhares de pessoas inocentes já foram mortas ou feridas devido a esta discordância. Este conflito já dura há cerca de 70 anos. Um dilema que se coloca neste âmbito é: “Devem os israelitas atacar Gaza sabendo que crianças palestinianas morrerão e que o Hamas executará reféns um a um se o fizerem?”. Em semelhança com a “Escolha de Sofia”, este dilema parece não ter um resultado “menos mau”, pois acabam por existir sempre sacrifícios que é necessário fazer. Não existe uma resposta correta. Matar um combatente do Hamas poderá inspirar mais dez a vingar-se contra Israel. Existe o risco de os soldados israelitas acabarem por ser todos mortos juntamente com os reféns. Mas a inação é também uma escolha, e esta pode encorajar o Hamas a prosseguir e dar-lhes tempo de se reagruparem e planear novos ataques. O problema é que, por muito que a sociedade queira, a guerra não é e nunca será uma experiência mental. Parece que, por muitas voltas que dermos, obtemos sempre respostas erradas. Até que ponto é moralmente certo matar uma pessoa para salvar duas? Porque, apesar de parecer correto de início, continuamos a falar sobre matar alguém. Existem sempre argumentos extremamente fortes de ambos os lados. Como é que se consegue realizar tal escolha? 


Leonor, Lia, Jorge, alunos do 11º E




O dilema de atacar Gaza é um problema antigo, mas as questões continuam bastante atuais e problemáticas. Apresentadas como facas de 2 gumes, vemo-nos por vezes em dificuldade de escolha entre várias opções, enfrentando opiniões e cenários diferentes para cada uma delas. O texto, ao procurar responder ao dilema, levanta questões pertinentes sobre o mesmo, obrigando a uma pesquisa e reflexão mais profunda.

Para a resolução do problema não existe uma resposta 100% correta e, apesar de existirem tentativas de resposta incorretas, não é possível apresentar uma que seja mora e eticamente inatacável, sendo ainda mais difícil tomar decisões no calor do momento.

Como tentativa de resposta a uma pergunta do texto, devia haver uma tentativa de um acordo de paz, mas não acreditamos que possamos confiar no posso inimigo, pois sabemos das barbáries que são capazes de fazer para obterem o que querem, colocando em causa a viabilidade do tratado. 

Embora não exista uma escolha correta, iniciar uma guerra, bombardeando o inimigo, não será a melhor escolha a se fazer. Para além de matar milhares, existem escolhas menos más que podem ser feitas. Estas escolhas terão sempre consequências negativas, não havendo uma que seja totalmente inócua, mas podem atenuar o caos e a perda. 

Para nós a melhor escolha é defender-se em vez de atacar. Não provoca mais danos do que os necessários, sendo, para nós, a menos incorreta, tanto moral como eticamente. Um acordo de paz poderá ser buscado, não sendo, porém, totalmente viável, visto que será difícil ter confiança naqueles que são nossos inimigos.


Sofia Mourão, Joana Quatorze, Maria Ana Rodrigues, alunas do 11º D




Atualmente, no Médio Oriente, decorre um conflito entre Israel e o Hamas. Começou quando o Hamas atacou Israel, o que resultou na morte de vários civis israelitas, em áreas residenciais, e as forças israelitas criaram um cerco à Faixa de Gaza, e também atacaram essa região com mísseis, resultando na morte de muitos civis palestinianos. Podemos aferir que esses ataques podem ser em áreas urbanizadas ou uma forma de “diminuir” os representantes do grupo Hamas. Será que a solução passará por conversações de paz ou por um acordo entre forças terroristas?
O problema deste conflito, é que nós ou escolhemos um lado ou o outro, ou podemos dizer qual é que é o pior lado da moeda, o Hamas ou Israel.
Mas afinal porque é que este conflito está a decorrer? Estamos no século XXI e eventos como este são inexplicáveis e imorais, ambos os lados estão errados. E qual é a função da ONU, neste caso? Lutar pela paz com base em acordos mútuos entre os envolvidos, dando um território justo a Israel e outro à Palestina? O problema é que o Hamas vai estar nestas conversações de forma direta ou indireta, já que este grupo criado pelo Irão, pretende ter uma luta armada contra Israel, porém acordos entre “os dois lados da moeda” podem dar errado pelos motivos acima encontrados, mas nunca é impossível.
Concluindo, um conflito desta dimensão, numa região tão importante, afeta a economia global, ambos os lados estão errados, adicionando que é completamente incompreensível, mas não são só eles, o Reino Unido também está de alguma forma relacionado com este conflito e também a ONU. A barbaridade não é resposta, mas a resposta é complexa e difícil de ser encontrada.

Tiago Almeida, David Birta, Paulo Potapov, Rodrigo Viegas, alunos do 11º E

sábado, 2 de dezembro de 2023

Olimpíadas da Matemática

  

  Olimpíadas de Matemática na EB1 Foto: Mercês Fernandes

Olimpíadas de Matemática na Escola Secundária     
 Foto: Ernestina Lima      

Decorreu no dia 8 de Novembro, no Agrupamento de Escolas da Lousã a 1ª eliminatória das Olimpíadas da Matemática, com 49 alunos inscritos. Os alunos do 5º ano realizam as Pré-Olimpíadas, os do 6º e 7º anos a Categoria Júnior, os do 8º e 9º anos a Categoria A e os alunos do secundário a Categoria B.
As Olimpíadas Portuguesas de Matemática (OPM), organizadas anualmente pela Sociedade Portuguesa de Matemática, são um concurso de problemas de Matemática, que visa incentivar e desenvolver o gosto pela Matemática.
Tem como principal objetivo a deteção precoce de vocações científicas e, em particular, para a Matemática.
Os problemas propostos neste concurso fazem sobretudo apelo à qualidade do raciocínio, à criatividade e à imaginação dos estudantes. São fatores importantes na determinação das classificações o rigor lógico, a clareza da exposição e a elegância da resolução
As OPM decorrem em três fases:
uma primeira eliminatória, que se realiza em todas as escolas que manifestem a intenção de participar, sendo a participação aberta a todos os alunos;
uma segunda eliminatória, que funciona como uma final regional, que decorre em algumas escolas do país e para a qual são selecionados alguns alunos, de acordo com o regulamento das OPM;
uma Final Nacional, que decorre numa escola convidada para organizar esta etapa das Olimpíadas; participam 30 alunos de cada uma das categorias, selecionados de acordo com o regulamento das OPM.

Mercês Fernandes e Ernestina Lima, professoras de Matemática

sábado, 11 de novembro de 2023

Entrevista a Carlos Rodrigues, porteiro na Escola Básica Nº 1

Carlos Rodrigues, porteiro da EB Nº1 da Lousã; Foto: Joana e Indira do 8ºG

Carlos Manuel Bento Rodrigues tem 59 anos e mora na Lousã. Trabalha como porteiro, no Agrupamento de Escolas da Lousã, há cerca de 30 anos.

- Senhor Carlos, o que nos pode contar sobre a sua família?
R: Tenho mulher, um filho e dois irmãos.

- O que faz nos seus tempos livres?
R: Faço desporto, tenho aves e também passeio.

- Onde fica o seu posto de trabalho?
R: Na portaria da Escola Básica número um da Lousã.

- Sempre quis ser porteiro?
R: Sim. Passo mais tempo na portaria, mas também faço outras coisas na escola.

- Considera o seu trabalho interessante? O que é mais difícil?
R: Sim, é interessante. O mais difícil é controlar a saída e a entrada de todas as pessoas da comunidade escolar.

- Se pudesse, o que gostava de melhorar no seu trabalho?
R: As condições de entrega das crianças do primeiro ciclo. É o trabalho mais difícil!

- Não sei se quer responder, mas gosta de trabalhar com crianças?
R: Sim, gosto!

Joana e Indira, alunas do 8ºG

quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Entrevista a Graça Santos, funcionária do bufete na Escola Básica Nº 1

Graça Santos, funcionária do Bar da Escola Nº 1 da Lousã; Foto: Diogo e Óscar do 8ºG

Graça Santos é uma das assistentes que trabalha no bufete da Escola Básica Nº1. Já trabalha no “bar” das escolas há 18 anos, mas também desempenha outras funções. É natural da Lousã, fez estudos até ao 6.º ano. Gosta muito da sua profissão. O aspeto mais negativo do trabalho é quando se está sozinho.


- D. Graça, pode dizer-nos o seu nome completo?

- Graça Maria Figueiredo dos Santos.


- De onde é natural?

- Da Lousã.


- Que estudos tem?

- Tenho o 6º ano.


- Há quantos anos trabalha no bufete?

- Já trabalho, no “bar” das escolas, há 18 anos, mas também desempenho outras funções na escola.


- Quais são as principais dificuldades no seu trabalho?

- Quando se está sozinho.


-  Como aspeto positivo, o que destacaria do seu trabalho?

- Gosto muito da minha profissão. Gosto muito de trabalhar no Bar.


Diogo e Óscar, alunos do 8ºG                                                            

Entrevista a Nuno Marques, professor de Educação Física


Nuno Marques, docente de Educação Física; Foto: Pedro e Tiago do 8ºG



Professor de Educação Física na Escola Básica n.º 1, Nuno Marques considera a sua profissão bastante gratificante. Quer contribuir para que os alunos se sintam capazes e confiantes, de modo a conseguirem conquistar o que querem na vida. 



- Como se chama?

- Nuno Marques.


- É natural de onde?

- Ovar.


- Sempre quis ser professor? Se não, por que desistiu?

- Não, queria ser cirurgião, mas a média era muito alta. Então acabei por escolher ser professor, porque tenho uma grande paixão pelo desporto.


- Qual a sua opinião sobre o seu trabalho?

- É uma profissão bastante gratificante pela relação que criamos com os alunos.   


- Que modalidade prefere?

- Prefiro tudo o que seja desportos coletivos.


- O que pretende transmitir aos seus alunos?

- Mais do que os conteúdos da minha disciplina. Quero transmitir aos meus alunos que se sintam capazes e confiantes para conquistarem tudo o que querem na vida.  


- O que gosta de fazer nos seus tempos livres?

- Praticar desporto, ler e estar com os meus filhos.


Pedro C. e Tiago, alunos do 8ºG

Entrevista a Lurdes Serra, assistente de ação educativa na Escola Básica Nº 1

Lurdes Serra, assistente de ação educativa, EB Nº1 da Lousa; Foto: Guilherme e Indira

Lurdes Serra é assistente de ação educativa, na Escola Básica n.º 1, e coordena o trabalho dos colegas. Durante 23 anos, desempenhou as funções de assistente operacional nas bibliotecas. É natural de Vila Nova de Ceira.

- Como se chama?
- Maria de Lurdes.

 - De onde é natural?
 - Sou natural de Vila Nova de Ceira, concelho de Góis.

- Sabemos que vive em Serpins. Cresceu ali ou o que a atraiu para lá?
 - Foi o casamento. Casei com uma pessoa de Serpins e, depois, fui para lá viver.

- Tem algum hobby ou pratica algum desporto?
- Gosto de ler, de andar na natureza e de andar de bicicleta.

- Sabemos que trabalhou na biblioteca, mas que, agora, cumpre outras funções. Há quantos anos trabalha, neste estabelecimento de ensino, como assistente de ação educativa e com a responsabilidade de coordenar o trabalho dos colegas?
- Há seis anos.

- No seu trabalho, quais são as maiores dificuldades?
- A falta de pessoal, ter pessoas suficientes para desempenhar as funções, para tudo funcionar normalmente, essa é uma das dificuldades. Também não é fácil gerir pessoas. Tem de haver um equilíbrio. Temos de saber ouvir e dar apoio quando é necessário, pelo que as pessoas, às vezes, vêm ter comigo para uma palavrita.

Guilherme e Indira, alunos do 8ºG

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Entrevista a Sílvia Leal, docente da Educação Especial da Escola Básica Nº1 da Lousã

 Sílvia Leal, docente da Educação Especial; Foto: Diana e Verónica do 8ºG

Sílvia Leal é professora de Educação Especial, na Escola Básica Nº1 da Lousã. Adora o que faz, tem um gosto muito grande por saber que está a ajudar crianças com características diferentes e espera que elas, um dia, consigam ter uma vida como as outras e quer que se sintam sempre amados.
- Como se chama?
- Eu chamo-me Sílvia Leal.
- Onde nasceu?
- Nasci na maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, cidade onde passei a minha juventude.
- Antes de escolher a área em que agora trabalha, já tinha pensado em trabalhar nela?
- Eu não sabia o que queria ser. Era aquela pessoa que pensava que tinha jeito para tudo!
- Qual era o curso que pensava escolher?
- No início, pensava que queria seguir Sociologia.
- Qual é a sua profissão?
- Eu tirei o Curso de Educadora de Infância. No curso, tinha uma cadeira de Educação Especial e comecei a interessar-me por este assunto.
- E quais são as funções que desempenha?
- Temos as funções de consultores de diretores de turma, isto é, de ajudar a tomar a decisão sobre as medidas de promoção do sucesso escolar e de dar apoio a alunos de medidas seletivas e adicionais.
- Há quantos anos trabalha nesta unidade?
- Eu trabalho há 22 anos em Educação Especial, mas, nesta sala, há 5/6 anos.
- O que acha mais difícil na sua profissão?
- O que eu acho mais difícil, no meu trabalho, não tem a ver com os alunos. É mais com os adultos, porque há pouca solidariedade e vontade de ajudar estas crianças com características diferentes.
- Quer contar alguma história que já aconteceu com a professora ao longo do seu tempo de trabalho?
- Eu tenho várias histórias, mas o que eu mais quero salientar é que “devemos sempre acreditar e ser positivos”.

Diana e Verónica, alunas do 8ºG

Rádio Serranitos – A toda a hora, em todo o Mundo!!!

Alunos do 4ºC em direto no Estúdio da EB1 da Lousã; Foto: Sandra Nunes

Alunos do 2º ciclo gravam o 1º Desafio para a Rádio Miúdos no estúdio na EB1 da Lousã

Foto: Sandra Nunes 


A Rádio Serranitos cresceu e já faz 3 anos! Um percurso de muitas emissões e iniciativas feitas com crescidos e miúdos.
O Agrupamento de Escolas da Lousã (AEL), a Câmara Municipal da Lousã (CML) e a Rádio Miúdos apoiaram esta aventura de fazer rádio!
Desde 2020, ano da sua fundação, tem ampliado a sua rede de ouvintes, estando a emitir online em https://rmaglousa.caster.fm/ , para todo o mundo.
A sua programação é dirigida a todas as crianças, pais e educadores.
O projeto arrancou em 2023/2024 com uma equipa de 21 alunos de 2º ciclo e Ensino Secundário e cinco docentes, que participam nas atividades Rádio Miúdos/Rádio Serranitos nos horários que lhes foram atribuídos e que constam da programação da mesma.
Esta equipa vai dar formação aos alunos do quarto ano e acompanhar a produção dos vários programas.
A Rádio Serranitos com três estúdios em funcionamento nas Escola Básica Nº1, Escola Básica Nº2 e Escola Secundária é um projeto educativo inovador que pretende implementar a rádio na escola como estratégia facilitadora para o desenvolvimento de múltiplas literacias implicada no Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, nomeadamente trabalhar a comunicação, a cidadania e competência na área dos media, envolvendo alunos professores e pais.
Já gravámos o primeiro Desafio para a Rádio Miúdos: “Debate Redes Sociais”!
Com um simples clique podes ouvir a Rádio Serranitos ao vivo!!!

Equipa da Rádio Serranitos

 

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