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domingo, 7 de julho de 2024

Depois das Assembleias de Transformadores...

Passeio de bicicleta e caminhada/Foto: Ana Palrinhas

Após a 1ª Assembleia de Transformadores Sociais, no dia 17 de janeiro, integrada no projeto MyPolis, os/as alunos/as do 6.ºG e 5.ºF da Escola N.º1 da Lousã continuaram a aprofundar as suas ideias e soluções para a transformação da sua região.!!! No dia 13 de maio, receberam uma visita especial: o Sr. Vereador João Santos foi à sala de aula ouvir as suas propostas.
Refletiu-se sobre a necessidade de aumentar as pistas de bicicletas para as crianças e jovens; outro grupo abordou a preocupação sobre um espaço ao ar livre com atividades para todas gerações.
O Sr. Vereador respondeu com entusiasmo e clareza às ideias de cada grupo.
Ainda houve espaço para se falar sobre o problema identificado nas ruas da Lousã: as dificuldades que pessoas com mobilidade reduzida têm em alguns espaços da vila.
Falou-se também de Orçamentos Participativos e Fundos Europeus. O Município conseguiu marcar presença mais perto dos/as mais novos/as.
No dia 20 de maio, a turma do 6.ºG recebeu, o Sr. Provedor para a Incapacidade, Dr. José Moreira. Aprendemos a importância da inclusão e acessibilidade para todos/as, o papel do cão-guia e muito mais. Ainda houve espaço para identificar os lugares na Lousã que poderão ser melhorados para garantir uma total inclusão às pessoas com algum tipo de Incapacidade.
Na sequência destas parcerias e em articulação com o trabalho realizado com as turmas 5.ºE, 5.ºF, 6.ºG e ,7.ºH, a Câmara Municipal da Lousã e o Agrupamento de Escolas da Lousã assinalaram, a cinco de junho, o Dia Mundial do Ambiente, com a realização de um passeio de bicicleta e uma caminhada.
Estas atividades integram os projetos MyPolis, eTwinning “Wishing a Rainbow for the World”, “Missão sem Título” do Museu Municipal de Coimbra e Eco Escolas.

Maria Santos, professora de Ciências Naturais e Matemática 
Sr. Vereador João Santos foi à sala de aula/Foto: Ana Palrinhas
Sr. Provedor para a Incapacidade, Dr. José Moreira
Foto: Maria Santos

sábado, 25 de maio de 2024

Be(e) from Lousã

 

Turmas A e B do 8.º ano: projeto Be(e) from Lousã
Foto: Ana Palrinhas

No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, os alunos das turmas A e B do 8.º ano desenvolveram o projeto Be(e) from Lousã, para trabalharem os temas Educação Ambiental, Desenvolvimento Sustentável e Riscos. Ao longo do semestre pesquisaram sobre vários temas, nomeadamente a biodiversidade, a flora característica da Serra da Lousã, os benefícios do mel e formas de proteger as abelhas; confecionaram sabonetes artesanais de mel que embalaram e rotularam com a ajuda de alguns alunos do Centro de Apoio à Aprendizagem e participaram numa palestra orientada por um apicultor da nossa Serra. A vontade de partilhar as aprendizagens feitas era enorme e, por isso, no dia 9 de maio, os alunos do 8.º A levaram a cerca de uma centena de alunos da EB1, dos 2.º, 4.º, 5.º e 7.º anos, novos saberes. Na verdade, alguns não eram assim tão novos, pois esta atividade foi realizada em articulação com o Clube Ciência Viva e o Ensino Experimental das Ciências do 1.º Ciclo, onde alguns assuntos já haviam sido trabalhados. Os alunos fizeram uma apresentação sobre a importância das abelhas para a Biodiversidade, de seguida leram um texto por eles escrito e que convidava os alunos do 1.º Ciclo a semearem sementes de diversas flores no jardim da escola para atraírem abelhas. Os delegados de turma do 1.º Ciclo receberam um envelope, feito na disciplina de Educação Visual, com o texto lido anteriormente e com uma fita impregnada de sementes para que as turmas coloquem em prática o convite feito. No final, foram distribuídos os sabonetes de mel confecionados pelos alunos do 8.º ano. E que bem cheiravam!
Como na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento os alunos podem trabalhar em projetos diferentes, dois discentes optaram por desenvolver um projeto diferente - OrganiCafé - sobre a produção de Café nos Açores, único local da Europa onde é produzido tal alimento. Foi feita a apresentação deste trabalho e todos os presentes puderam experimentar um creme de mãos de café, desenvolvido por aqueles dois alunos, que deixou a pele bastante macia e cheirosa!
Que atividade enriquecedora e gratificante que envolveu alunos do 1.º, 2.º e 3.º Ciclos de duas escolas diferentes!

As professoras, Ana Paula Palrinhas e Dina Mendes

sexta-feira, 26 de abril de 2024

Luta pelo ambiente

Um super herói eu quero ser
Para o mundo poder salvar
A poluição vai desaparecer
E o planeta contente vai ficar

Para salvar o mundo
Vais ter de colaborar
Juntos unidos
O vamos consertar

Tantas maneiras de o fazer
Quais iremos escolher
Temos todos de pensar
Para podermos começar

Já é tempo de agir
As coisas vão ter de mudar
Nós somos a próxima geração
Vamos ter de lutar

O mundo está uma desgraça
Quase sem árvores ou animais
Um dia destes o oxigênio falta
E nós não temos muito mais


Ana Carolina Gonçalves, 6.ºF

quarta-feira, 10 de abril de 2024

As abelhas, o mel, a diversidade biológica e a sustentabilidade ambiental

 

Atividades do projeto "Da flor ao mel"/ Fotos: Conceição Duarte e Fernanda Gonçalves

No Jardim de Infância de Serpins, a educação das crianças privilegia a sua relação com o meio local, espaço de vivências sociais e de múltiplas experiências de aprendizagem, em contextos diversos. A Serra da Lousã, região em que nos inserimos, assume particular importância, moldando, em larga medida, a identidade, a cultura e as atividades económicas. A preservação da natureza, da sua biodiversidade, do seu património ambiental e cultural são aspetos essenciais que procuramos trabalhar com as crianças. Assim, tendo como fio condutor, o projeto “Da flor ao mel”, durante o mês de março, foram desenvolvidas diversas atividades no âmbito da sustentabilidade ambiental, nomeadamente, em torno da importância que as abelhas têm na polinização, e de como esta é fundamental para garantir a biodiversidade.
Contando com o apoio da Junta de Freguesia de Serpins, no transporte das crianças, realizámos uma visita de estudo à Escola do Ambiente Planeta Aquarela de Poiares, onde foram proporcionadas às crianças diversas atividades propiciadoras de enriquecedoras aprendizagens. Aí puderam observar e aprender como as abelhas se organizam na colmeia e as tarefas que cabem a cada uma desde a recolha do pólen das flores, até ao seu transporte para a colmeia e a produção do mel. As crianças, divididas por grupos assumiram o papel das abelhas podendo experienciar as tarefas que estas desempenham.
No jardim de infância pudemos contar com a preciosa colaboração da engenheira Paula Sançana e do sr. Manuel Carvalho da Cooperativa de Apicultores da Lousamel, que com a sua sabedoria feita de experiência, proporcionaram às crianças aprendizagens muito enriquecedoras.

Conceição Duarte e Fernanda Gonçalves, educadoras do Jardim de Infância de Serpins

sexta-feira, 29 de dezembro de 2023

O Eco – Escolas está de volta à Escola Básica N.º 1 (EB1) da Lousã

Bandeira verde - EB1 Foto: Mercês Fernandes
Na EB1 da Lousã, dia 24 de novembro, foi hasteada a bandeira verde do Eco-Escolas, galardão atribuído novamente à escola, no passado dia 13 de outubro, em Braga.
O Programa Eco-Escolas pretende promover a melhoria do desempenho ambiental das escolas, contribuindo para a alteração de comportamentos e para a consciencialização do impacto das preocupações ambientais junto dos alunos, docentes, não docentes, pais e encarregados de educação.
O hastear da bandeira foi celebrado com grande alegria por parte dos alunos, que colaboraram para um melhor ambiente, ao plantar árvores. As turmas do 6º ano apresentaram a música de Bob Dylan, “Blowin in the wind” e a sua tradução em forma de poema.
Para receber este prémio, a Escola teve de cumprir os sete passos indicados pelo Eco-Escolas: Conselho Eco-Escolas, Auditoria Ambiental, Plano de Ação, Trabalho Curricular, Monitorização e Avaliação, Envolvimento da Comunidade e Eco-Código.
O primeiro passo, o 1.º conselho Eco-Escolas, teve lugar no dia 19 de dezembro, no auditório da EB1 e contou com a participação de alunos, professores, pais e encarregados de educação e parceiros (Arcil, Câmara Municipal da Lousã, Activar, Jornal O Trevim, Jornal A Voz de Serpins, Baldios da Lousã, Aflopinhal, Junta de freguesia da Lousã, Adic e Montanha Clube). Foram dadas a conhecer as ações que já foram levadas a cabo e o plano de ação para o presente ano letivo. Após este conselho Eco-Escolas, verifica-se que há grande entusiamo em relação às propostas deste projeto, que continua a motivar a comunidade educativa.

Trabalho coletivo do 6.ºF e do 7.ºE

     1.º conselho Eco-Escolas EB1           Foto: Mercês Fernandes
 1 conselho Eco-Escolas EB1           Foto: Mercês Fernandes

quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Eco-Escolas… Hastear da Bandeira no Jardim de Infância da Lousã

Foto: Susana Peres

A 23 de novembro, celebra-se o Dia da Floresta Autóctone, data instituída para a promoção da importância de preservar e plantar espécies que fazem parte do Património Natural. Este, foi o dia escolhido para a realização da cerimónia do Hastear da Bandeira Eco-Escolas 2022/2023 no Jardim de Infância da Lousã, galardão atribuído pela Associação Bandeira Azul da Europa, como reconhecimento pelo esforço desenvolvido no ano letivo anterior, por toda a Comunidade Educativa.
Esta nova bandeira, que permanecerá hasteada a partir desse dia, pretende, também, incentivar um compromisso cada vez maior de toda a comunidade na adoção de atitudes mais responsáveis e conscientes em prol da Natureza, o bem comum do qual fazemos parte, bem como medidas de adaptação às incontornáveis alterações climáticas.
A cerimónia contou com a presença dos parceiros educativos: Agrupamento de Escolas da Lousã, Câmara Municipal da Lousã, Junta de Freguesia Lousã e Vilarinho, Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de Infância da Lousã e Activar Infância, a quem foi distribuída uma lembrança elaborada pelas crianças com temas alusivos ao projeto Eco-Escolas.
No final, foram todos brindados com uma atuação das crianças, que deixaram uma promessa a todos os presentes: "Eu vou salvar o Mundo/ Torná-lo num lugar melhor/ Eu estou pronta para tudo/ Com a capa de super-herói/ E nada nem ninguém me vai parar!".

Josefa Proença; Susana Peres, Maria Guilhermina Menezes; Estela Marques; Ângela Flório, docentes do Jardim de Infância da Lousã 

quarta-feira, 8 de novembro de 2023

Porque há dias assim…

Alunos do 9ºI e docentes de Inglês, Espanhol e Diretora de Turma; Foto: Eduardo Dias

Quando os dias se assemelham na sua rotina, é difícil que deixem a sua marca… Esta reflexão vem a propósito de uma atividade realizada com os alunos do 9º I, no dia 10 de outubro: DAC de Espanhol e Inglês para promover hábitos e estilos de vida saudáveis e o respeito pelo meio ambiente.
Assim, com uma simples caminhada junto do rio Ceira, em Serpins, os professores proporcionaram a descoberta de um outro lado da Serra da Lousã: o Cabril. Ao longo de 4 quilómetros, os alunos contactaram com uma realidade socioeconómica e ambiental diferente, uma vez que para muitos alunos da vila era a primeira vez que se deslocavam para estes lados… O encanto dos lugares e a descoberta criaram um contexto de trabalho que superou as expectativas. Foi gratificante ver os alunos evidenciando proficiência e confiança que uma sala de aula dificilmente consegue criar…
Houve, ainda, a coincidência da data do Dia Mundial da Saúde Mental. Nada melhor para assinalar este dia do que o contacto com a natureza, que permite criar raízes e dar sentido à vida, ou aprender a ser livre como um rio, que se consegue adaptar aos obstáculos que encontra, valorizando os recantos que o ser humano transformou para habitar e que a linha de caminho de ferro deveria ter aproximado da grande cidade…
Finalmente, os alunos referiram ter sido “um dia incrível!”, ao que os professores responderam: “Naturalmente, porque há dias assim!”, apesar das aulas, do calor, da caminhada, …

Alunos do 9ºI da Escola Nº1 da Lousã, Ana Cristina Teixeira, docente de Inglês e Eduardo Dias, docente de Espanhol

quarta-feira, 11 de outubro de 2023

Dia Mundial do Animal no Jardim de Infância de Serpins

    Alunos do Jardim de Infância de Serpins; Foto: Conceição Duarte e Fernanda Gonçalves
Alunos do Jardim de Infância de Serpins; Foto: Conceição Duarte e Fernanda Gonçalves

A Terra é o nosso planeta, como o é de milhões de outras espécies animais e vegetais, muitas das quais já o habitavam antes da Humanidade se ter espalhado por todos os continentes e se ter tornado a espécie dominante.
A nossa espécie – Homo Sapiens Sapiens – tende a esquecer o quão é importante, para os equilíbrios ambientais e ecológicos e para a necessária diversidade biológica, os outros seres vivos com quem partilhamos o planeta. Para lembrar esta importância e interdependência entre todos os sistemas vivos, e em particular os animais que nos rodeiam, na Serra da Lousã, no Dia Mundial do Animal promovemos, em parceria com a Lousitânea - Associação Liga dos Amigos da Serra da Lousã, uma atividade com o objetivo de sensibilizar as crianças para a necessidade de proteger e respeitar os animais e contribuir para a preservação das espécies e da biodiversidade. Cada grupo construiu um hotel para insetos e uma armadilha para as vespas asiáticas que colocámos nas árvores do exterior do jardim de Infância, no sentido de ajudar a combater esta espécie invasora que ataca as abelhas, essenciais para a polinização e o equilíbrio do nosso ecossistema.
A Junta de Freguesia de Serpins também se envolveu nesta atividade, oferecendo várias armadilhas para vespas que as crianças colocaram no exterior do Jardim de Infância.
Desta forma, as crianças são despertas para os problemas ambientais e desenvolvem de forma embrionária, uma consciência ecológica, ao mesmo tempo que são incentivadas a agir na sua comunidade através de uma cidadania ativa.
Também falámos dos seus animais de estimação, de como são importantes e dos cuidados que devemos ter com eles, a fim de garantir o seu bem-estar.

Conceição Duarte e Fernanda Gonçalves, educadoras do Jardim de Infância de Serpins

                       Alunos do Jardim de Infância de Serpins; Foto: Conceição Duarte e Fernanda Gonçalves

quarta-feira, 19 de julho de 2023

EB1 da Lousã ganha menção honrosa no desafio UHU do Eco-Escolas

Os desafios UHU surgem de uma parceria entre o Programa Eco-Escolas e a UHU, reconhecendo a necessidade de aumentar o conhecimento e interesse pela biodiversidade nacional.

Este ano foram desenvolvidas novas atividades, Photo Frame e Collage de um Animal Endémico, e foram reeditados os desafios da  Escultura de um Mocho e a Rota Postal de Biodiversidade. Foram recebidos, no total, 377 trabalhos.

A EB1 da Lousã participou em todas estas atividades e no desafio Escultura de um Mocho, que foi dirigido aos alunos do 1º Ciclo com o envolvimento das famílias, ficou em 4º lugar a nível nacional, tendo ganho uma menção honrosa.

Dado o elevado número de participações e a qualidade destas, foi muito difícil selecionar apenas um dos trabalhos. O trabalho escolhido para representar a escola foi o da aluna Matilde Nunes Fernandes do 1ºD.

A inspiração dos desafios UHU às escolas vem do bufo-real (a maior ave de rapina noturna da Europa) que emite o som uhuuu e que habita também a floresta onde se localiza a fábrica da UHU na Alemanha. A presença da UHU nas Eco-Escolas visa alertar para a importância de conjugar a produção e o consumo com a preservação dos recursos em geral e da biodiversidade em particular. No cumprimento desta Missão pretende-se ainda dar a conhecer às escolas a UHU renature, criada a pensar na minimização da pegada ambiental.

Um bem hajam a todos os envolvidos nesta atividade.

As professoras coordenadoras da EB1

Mercês Fernandes e Ana Palrinhas




terça-feira, 4 de julho de 2023

BRINCADEIRAS NO BOSQUE


Um grupo de professores e outros profissionais de educação do Agrupamento de Escolas da Lousã participaram na atividade “Passeio e desenhos no bosque”, para desfrutarem do ambiente natural, com paragens para registos de desenho e escrita num caderno de campo construído para o efeito. A atividade teve lugar na Quinta do Reguengo, Gândaras, Lousã.
A atividade "Brincadeiras no Bosque" foi uma oferta da Câmara Municipal da Lousã, no âmbito do projeto "Playful Paradigm - Urbact".
Vivemos um momento relaxante e de convívio!

Sandra Nunes-docente de Educação Especial




segunda-feira, 19 de junho de 2023

NÃO À DESTRUIÇÃO!

De viagem ao futuro, em 2059,
um ano repleto de tragédia e perigo,
a Terra revolta-se e resolve
que já não é mais o nosso abrigo.

As fábricas sempre a produzir,
a desflorestação a acontecer,
as pessoas continuam a poluir
e aos poucos o Planeta a morrer.

A temperatura começa a disparar,
os glaciares rapidamente a derreter,
a seca não para de aumentar
e as espécies a desaparecer.

Neste processo irreversível,
o mundo está a desmoronar.
Será de todo impossível
o nosso Planeta salvar?

Voltar ao ano de 2023
é a única solução,
alertar para o que irá acontecer,
pedir ajuda à nossa geração!

Os meios de transporte alterar,
controlar o consumo da energia,
reduzir, reutilizar e reciclar,
mudar os hábitos do dia a dia.

Nas energias renováveis investir
e mais árvores e plantas semear.
Queremos ver o planeta a sorrir
e a batalha contra o tempo ganhar!

Este é o desafio da nossa geração:
arregaçar as mangas e lutar.
Dizer: não à destruição!

Ana Sofia Lopes, do 8.º I

sábado, 3 de junho de 2023

Hotéis Ecológicos para Insetos

Escola Básica Nº 1 da Lousã contribui para a preservação da biodiversidade com construção de "Hotéis Ecológicos para Insetos"



O Dia Mundial da Abelha celebra-se todos os anos a 20 de maio. Este dia homenageia o aniversário de Anton Janša, pioneiro nas modernas técnicas de apicultura do século XVIII. Esta data comemora a importância dos seres polinizadores e procura sensibilizar-nos para as ameaças que as abelhas enfrentam e valorizar a sua importância para o equilíbrio do ecossistema, para a conservação da biodiversidade e desenvolvimento sustentável.
No âmbito das Ciências Experimentais e Ciências Naturais tem-se realizado e planeado diversas dinâmicas, enquadradas nos Projetos: "Ciência Viva", Eco Escolas, "Missão sem Título III Edição" - Museu Municipal de Coimbra, eTwinning: "I teach my family, my family teaches me" ao longo do ano letivo, com os alunos do 1º, 2º, 6º e 9º ano da Escola Básica Nº1 contemplando o conhecimento da importância das Abelhas nos ecossistemas autóctones.
A Escola Básica Nº 1 da Lousã participou com entusiasmo e dedicação na iniciativa promovida pela Quercus, organização de conservação da natureza, com a construção de "Hotéis para Insetos". O projeto, que visa promover a preservação dos insetos e o equilíbrio ecológico, conquistou o interesse e a participação ativa dos alunos e professores da escola. Com o objetivo de oferecer um habitat adequado para os insetos benéficos ao ecossistema local, os estudantes do 1º, 2º e do 3º Ciclos envolveram-se na construção de estruturas personalizadas e criativas.
Os "Hotéis para Insetos" são estruturas especialmente concebidas para abrigar e fornecer condições favoráveis de vida para uma variedade de insetos. Essas estruturas são construídas utilizando materiais naturais, como paus, troncos, canas e pedras, que oferecem espaços propícios para a reprodução e refúgio desses pequenos seres.
Durante o processo de construção dos hotéis, os alunos puderam aprender sobre a importância dos insetos na manutenção do equilíbrio ecológico e na polinização de plantas. Além disso, foram sensibilizados para a necessidade de preservar e proteger essas espécies, muitas das quais desempenham um papel fundamental na cadeia alimentar.
As famílias também apoiaram esta iniciativa, no âmbito da envolvência parental, estando presentes Encarregados de Educação e alunos das turmas 2ºD, 6ºG e 9ºF na execução de hotéis de insetos, onde utilizaram produtos e técnicas autóctones na sua construção (um mestre de Xisto, Encarregado de Educação de um aluno do 2°D, em parceria com um carpinteiro da região, Encarregado de Educação de uma aluna do 9°F, realizaram um dos hotéis para insetos polinizadores.
A Escola Básica Nº1 da Lousã continua a promover projetos ambientais e educativos, visando despertar nos alunos uma maior consciência ecológica e contribuir para a preservação do ambiente. A participação bem-sucedida na iniciativa dos "Hotéis para Insetos" da Quercus é mais um exemplo do compromisso da escola em cultivar a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental entre os jovens estudantes. Os pátios escolares podem ser locais privilegiados para observar a biodiversidade e com potencial para se transformarem em laboratórios vivos. Esta é uma dinâmica que decorre inserido em DAC (Domínio de Articulação Articular), com as disciplinas de Ciências Naturais, Ciências Experimentais e Educação Visual.

Ana Palrinhas e Maria Santos, docentes de Ciências Naturais e Ciências Experimentais; Joana Vinhas, docente de Ciências Naturais; Ana Coelho e Elsa Costa, docentes de Educação Visual e Teresa Cabral, docente do 2ºD

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Dia Mundial do Ambiente




No próximo dia 5 de junho, comemora-se o Dia Mundial do Ambiente, criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1972 e celebrado em Portugal desde 1974. Este dia é o principal veículo das Nações Unidas para incentivar a consciência mundial e ação para o meio ambiente.
No presente ano assinala-se o 50º aniversário e o Agrupamento de Escolas da Lousã tem prevista uma caminhada/marcha com o tema "Amar a Terra, Sonhar com um Mundo Melhor", na vila, com todos os alunos do AEL, na tarde desse dia.
Nesse âmbito os alunos que beneficiam do CAA – UEE da EB n.º 2 construíram um cartaz com materiais de desperdício, de forma a sensibilizar a comunidade educativa para a diminuição do uso dos plásticos:


(Fonte: Arasaac)
Se queremos preservar o ambiente, chegou a hora de cada um de nós agir.

Eunice Lopes, docente de Educação Especial

sábado, 20 de maio de 2023

A ciência do vidro




No âmbito de um Domínio de Articulação Curricular (DAC) intitulado "A ciência do vidro", os alunos do 11ºA e B, acompanhados pelos professores Anabela Correia, Américo Fernandes, Vitor Simão e Maria Bartolomeu, realizaram no dia 5 maio, uma visita de estudo/saída de campo a praias da região de S. Pedro de Moel e a uma Oficina de Vidro na Marinha Grande, a “PoeirasGlass”. Durante a parte da manhã, os alunos puderam observar na Praia Velha e na de Água de Madeiros registos geológicos do período Jurássico aplicando conhecimentos adquiridos em contexto de sala de aula, que permitem perceber como as rochas contam a história do nosso planeta. No âmbito de Cidadania, foram estimulados para a limpeza da praia, removendo dela lixo que recolheram e colocaram nos respetivos contentores. Da parte da tarde puderam observar e aprender "in loco" a trabalhar o vidro de forma artesanal. O vidro é feito de misturas básicas de areia de sílica, sódio e cálcio que passa por vários processos físicos e químicos e, só então, se torna o vidro como conhecemos. Puderam ainda apreciar a beleza das várias peças produzidas, desenvolvendo assim a sua sensibilidade estética.
A visita superou as expectativas, tendo contribuído para as aprendizagens essenciais das disciplinas/áreas disciplinares nela envolvidas."

Anabela Correia

domingo, 26 de março de 2023

Semana da floresta





O dia 21 foi um dia diferente!
Houve uma parte do dia em que semeámos girassóis solidários, para ajudar a Associação Pedrinhas.
No final do dia, tivemos uma aula diferente.
A Sofia, mãe do nosso colega Duarte, que é técnica de serviços florestais, veio à nossa sala falar-nos das árvores: o que elas nos dão, como são, quais as suas diferenças, como pudemos saber quantos anos têm…
… e no final fomos plantar um medronheiro.
Foi muito divertido.

1º B

sexta-feira, 17 de março de 2023

PROMOÇÃO DE VALORES E PRÁTICAS ECOLÓGICAS “NÃO LIXES”



Fernando Paiva, ativista e líder do movimento cívico ambiental “Não Lixes” esteve no Auditório da Biblioteca Municipal Comendador Montenegro da Lousã, no dia 10 de janeiro, onde deu duas palestras para 150 alunos da Escola Secundária, para além das quais aceitou dar resposta à nossa entrevista.

A escolha do nome “Não Lixes” para o movimento cívico ambiental é mesmo boa onda. Um trocadilho bem sugestivo. Como surgiu?
Foi uma campanha que começou em Coimbra por causa da recolha dos carros de compras dos supermercados furtados pelos estudantes e atirados ao rio de Coimbra, aquando das festas académicas, nomeadamente a “Festa da Latada”. Foi então que um publicitário nos ajudou e fez um cartaz a dizer “Não lixes o Mondego” e eu tirei a palavra “Mondego” e fiquei só com o “Não Lixes”. Achei o nome fixe!

A ideia da criação deste projeto por si encabeçado partiu só de si ou houve alguém ou algo que o inspirou?
A inspiração vem da Mãe Natureza que é algo pelo qual estou apaixonado. Eu é que tive a ideia de começar a ser ativista para a proteger dos malefícios que alguns de nós, às vezes, trazem e que a prejudicam. Sem ela, nós não conseguimos sobreviver. Portanto, isto partiu de mim e do ensinamento dos meus pais, que me incutiram que devemos ter um respeito pela Natureza muito grande.

De onde vem o seu interesse pelo meio ambiente? Remonta à infância?
Sim, sem dúvida. Nós até criticamos os nossos pais quando, no fim de semana, dizem que vamos à serra, à praia ou ao mar, porque preferíamos ficar em casa, mas essas experiências ficam gravadas. Tudo o que fazemos na nossa infância fica gravado na memória e, quando alcançamos a idade adulta, recordamos as vivências da nossa infância que nos foram incutidas pelos nossos pais. Quando estas experiências são práticas saudáveis, mantêm-se connosco toda a nossa vida e são transmitidas por nós aos nossos filhos e à geração seguinte, o que é ótimo.

O surf é a sua paixão. Lembra-se de algum episódio marcante de agressão à “Sua Majestade”, expressão que usa para referir o mar?
Tantas…de petróleo. Cada vez que vou ao mar, faço surf e windsurf ou vou nadar e trago sempre lixo: plástico, um saco, redes de pesca, animais feridos. Eu acho que as coisas infelizmente estão a piorar, porque senão eu não vinha às escolas. Eu quero é chegar lá, ver tudo limpo e os animais felizes. Já surfei com tubarões, com golfinhos. É brutal! Já fiz windsurf, que é uma prancha com uma vela, e via um albatroz a voar ao pé de mim, a uma distância de dois metros, a planar e a ver o que é que eu era. É brutal! Quando se cria afinidade com os animais, é como com um cão ou com um gato, criamos afeto, cativamos, ficamos apaixonados e defendemos. Se estivermos sempre em casa nos computadores e nos telemóveis, bem que os animais podem estar a morrer desde que tenhamos Net…

Da experiência e do contacto que tem no terreno com o desrespeito pela natureza, na sua opinião, os adolescentes de hoje em dia já têm boas práticas ambientais interiorizadas e estarão suficientemente sensibilizados para os problemas que terão de enfrentar no futuro ou ainda têm um “longo caminho a percorrer”?
Há de tudo! Vocês têm muita informação e sabem que o planeta está a passar uma fase de emergência climática. Há uma coisa da qual era bom terem a noção, que é a diferença entre emergência e urgência. Quando se vai na estrada e se vê uma ambulância, todos os carros param e deixam-na passar. Não há carro nenhum que se ponha à frente de uma ambulância e que diga: “Espera aí. Quero que te lixes.” Não há nenhum carro a fazê-lo. As pessoas aí têm sentido cívico. Isso é uma emergência. Outra coisa é irmos à urgência do hospital porque nos dói alguma coisa, e as pessoas acham que isso é mais forte do que um veículo de emergência e não é! Nós estamos em emergência climática e os cientistas estão todos a dizer-nos que temos que reinventar a forma como vivemos e a maior parte dos jovens com quem eu falo sabe que este problema existe. No entanto, eu digo-lhes para ficarem com o seu telemóvel pré-histórico e não trocarem de telemóvel todos os anos e eles dizem: “Não, este tem altas câmaras e faz outras coisas e eu quero estar ligado.” Estão a perceber? Cada um de nós é que tem que adaptar o seu estilo de vida para consumir menos coisas e produzir menos lixo e menos emissões de gases de efeito de estufa. Vendi o meu carro, ando de bicicleta. Entendem? Têm que abdicar de coisas, senão não vale a pena terem filhos. Vamos pôr aqui um miúdo e dizer o quê? “Olha eu sabia que o planeta estava a explodir, mas queria com a tua mãe ter uma criança”. Cada um de nós tem que fazer o trabalho de casa. Isso é que é o importante!

Como avalia o impacto do seu movimento?
Essa é uma questão delicada! Em Coimbra o impacto tem lados positivos e negativos. O lado positivo é: há dez anos que andamos a impedir que o lixo chegue ao rio, há dez anos que, tendo sido criado aquele parque, junto ao rio Mondego, os carros de compras não são despejados no rio, portanto o impacto aí é positivo. Agora, também fico aquém das minhas expectativas. Eu gostava de, como ativista, não precisar de fazer certas coisas durante tantos anos e vir a Coimbra, uma vez que atualmente vivo na Barra, na praia. Anseio não precisar de ir tantos anos consecutivos a Coimbra dizer aos estudantes que não se deve atirar lixo para o rio.

Portanto, há pontos positivos, assim como também há pontos menos bons. Quanto aos menos bons, nós tentamos que eles se tornem melhores nos anos seguintes. Vamos ver!
Considera que o seu movimento motiva muitos jovens a participar nestas ações? Que apelo lhes faz?
Se tenho muitos jovens nas minhas ações, isso é resposta que terá que ser dada por vocês quando assistem às palestras. Depois de uma palestra, se alguns de vocês se sentirem motivados para defender a natureza, a resposta é sim, considero que há jovens que ficam motivados. O apelo é lutarem por um planeta sustentável para que tenham um futuro risonho. Por exemplo, houve uma notícia a nível mundial que foi ótima. Foi sobre energia nos Estados Unidos onde cientistas descobriram a fusão nuclear e conseguiram quase que duplicar a quantidade de energia no início da reação. Isto, depois vão estudar em química e em física mais tarde. Portanto, há notícias motivadoras que devem encorajar a nova geração, que são vocês, a lutar por energias limpas que ajudem o planeta a continuar a ser sustentável tanto para a nossa espécie como para as outras espécies. Assim, estarão a lutar por uma família e por um ambiente melhor e isso é o que interessa.

Já alguma vez fez alguma intervenção na Lousã? Em que situação, por exemplo?
Limpei os arredores da escola, onde os vossos colegas atiram cigarros para o chão, restos de produtos descartáveis que compram nas máquinas de venda, por exemplo, refrigerantes e deitam as latas para o chão à volta da escola. Nós apanhamos na altura imenso lixo.
Vocês, que andam na escola, vêem os vossos colegas a atirar lixo para o chão e não querem saber.

Quando foi?
Foi na primeira vez que vim cá, à Lousã. Já não me lembro bem. Já faço isto há dez anos. A ‌‌‌minha memória não dá para tanto.

O que diferencia este movimento de outros movimentos ambientais?
Boa pergunta! Foi a primeira vez na vida que me fizeram esta pergunta em dez anos de ativismo. Estou muito contente por a terem feito. É uma coisa muito simples. Eu não sou apoiado momentaneamente por nenhuma empresa, nem nenhuma entidade, nem por ninguém. Eu faço isto mesmo por amor à causa comum e à defesa da Mãe Natureza. Eu não recebo qualquer tipo de incentivo para fazer isto, eu não me valho do ambiente para ganhar dinheiro. Sou treinador de surf e isso é o suficiente para eu fazer face aos meus custos.

O que aprendeu de novo desde a criação do movimento “Não Lixes”?
Que as pessoas com boa alma e juntas conseguem mudar o mundo se quiserem.

As pessoas são ou não são cegas ao nível de poluição em Portugal? Têm comportamento de avestruz?
Nós somos um bom povo. Adoro Portugal, adoro o nosso país. O problema não está nas pessoas, o problema está nos governantes que não fazem a aplicação de multas. Por exemplo, vai-se até à Alemanha, arranja-se uma namorada e quer-se ir para lá viver. Se atirarmos lixo para o chão, temos logo um polícia que vem ter connosco. Levamos uma multa de cinquenta euros. Não temos connosco os cinquenta euros, quando chegarmos a casa, já será uma multa de cem euros. Também não temos cem euros em casa? Vamos ter que limpar aquela rua toda durante um mês. Aqui em Portugal não. Aqui atiramos lixo ao chão e não acontece nada, mas existem as leis. Têm que ir ao bolso das pessoas. Tem que ser isto com a indústria, com pessoas que não separam o lixo, contra carros que estão a trabalhar desnecessariamente. Por exemplo, lá fora, não podemos ter um carro a trabalhar para ter o ar condicionado ligado se não estivermos a andar, pois a polícia vai ter connosco e diz-nos: “Então o carro está a trabalhar porquê?” e à resposta: “Ah, porque estou à espera da minha filha que vai sair agora da escola e quero que esteja no quentinho”, levamos uma multa e pagamos. Passou a mensagem? Tem que se pagar, tem que sair do bolso.

Como ativista, esta sua estratégia é a melhor para reciclar consciências. Todos o poderiam ser um pouco. O que lhes falta?
Falta utilizarmos a melhor arma que o planeta Terra conhece para mudar as pessoas e que se chama dinheiro. Se eu vir uma pessoa que atira lixo para o chão e houver um polícia que a multa diretamente, ela vai deixar de o fazer. A mesma coisa acontece na autoestrada. Dou sempre este exemplo. Eu posso pôr cartazes na autoestrada a dizer assim: “Andem devagar por causa do ambiente, por causa das abelhas” e os condutores não querem saber desse cartaz para nada. Se eu meter outro cartaz a dizer assim: “Cuidado, estão radares e estão carros descaracterizados da brigada de trânsito” e isso vai dar pontos na carta e vão parar multas a casa, aí as pessoas começam todas a andar devagar. O mesmo se deve passar com as questões ambientais, pois temos de multar as pessoas infratoras, sejam empresas que atiram detritos para o rio de forma indiscriminada, por exemplo, as pecuárias que atiram muita água suja, sejam pessoas que atiram lixo para o chão ou que não separam o lixo. Quando começarmos a multar pessoas que não fazem bem, elas passam logo a agir bem porque todas elas se interessam pela quantidade de dinheiro que têm.

Sim. Existe legislação nesse sentido, no entanto esta fica no papel, as normas não são cumpridas, há falta de supervisão. Se houver controle, há inimizades. Acabamos por ter uma pescadinha de rabo na boca e enquanto as pessoas não tomarem uma atitude diferente as coisas não vão melhorar. Temos que ter esperança e sobretudo agir porque se não agirmos não vamos ter resultados, não vamos lá chegar. Para tudo são precisas ações. Partilha desta opinião?
Tal e qual. Agora vou dar uma dica a si, professora, e à sua excelente turma de alunos que colocaram questões muito inteligentes e muito pertinentes e que é esta: quando falo com o poder local, sejam presidentes de câmara, sejam ministros, coloco sempre o enfoque numa força que nós temos que está parada, paga por todos nós, que nos podia ajudar a fazer esse controle e que se chama exército. Nós passamos há pouco uma fase muito complicada, a da Pandemia, e o exército foi importante para que as coisas corressem bem. É uma força que está muito treinada e muito disciplinada. Se nós utilizássemos o exército, que graças a Deus não está em guerra, pelo menos uma parte dele, pois só as forças especiais podem ter uma missão ou outra, para ajudar a GNR, a brigada ambiental, a Polícia de Segurança Pública, as Polícias Municipais, tudo seria mais fácil, no meu ponto de vista.

Temos tantos recursos humanos disponíveis que não são devidamente canalizados e aproveitados em prol daquilo que viria a resolver muitas das situações. Deveriam ser transferidas competências para onde há capacidade para o fazer. Este é, para si, ponto assente, certo?
Claramente. Parabéns aos seus alunos. Foi um gosto muito grande ter ido ao vosso encontro e ter participado nesta entrevista. Quando quiserem ir dar um mergulho à “Sua Majestade, o mar”, venham que eu terei todo o gosto. Deixo aqui o meu convite. E lembrem-se que o amor vence sempre.

Fernando Paiva, ficamos muito agradados e estamos muito agradecidos por este momento tão especial que nos concedeu.

Esta atividade foi desenvolvida pela turma do 11ºA na disciplina de Português para integrar o tema “Sonhar com um Mundo Melhor” no âmbito do projeto Cidadania e Desenvolvimento.

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